"Porque Cristo enviou-me, não para batizar, mas para evangelizar; não em sabedoria de palavras, para que a cruz de Cristo se não faça vã. Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus." "Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo." I Coríntiosl.17,18 Gálatas 6.14
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Familias da biblia e suas crises III
Parte III
Todo pecado tem um preço, uma penalidade.
Pois a desobediência de um mandamento ou lei sempre vai ter uma penalidade. Isto é a conseqüência obtida por desobediência. As conseqüências nem sempre são pequenas, muitas vezes são grandes, e pode durar a vida toda, ou até mesmo nas gerações futuras.
Tal como o caso de Adão e Eva, que sofreram a conseqüência de seu pecado. Logo foram privados da tranqüilidade que possuíam em viver no jardim do Édem. Foram lançados fora do jardim, e receberam sua sentença. Adão, assim como todo o homem que viria a ser seu descendente, haveria de lavrar a terra para a sua sobrevivência, e ainda teria que viver com a dificuldade da terra não ser muito produtiva. Eva, mulher teria que sofrer dores ao dar a luz a sua descendência, e assim continuaria a sofrer dores de uma mãe, tal como ocorreu quando Caim matou Abel. A serpente, antigo dragão, satanás recebeu a sua condenação também.
A conseqüência do pecado de Adão e Eva perdura até hoje, pois todo homem nascido de mulher tem o instinto pecador, e quando peca também sofre conseqüências diversas por seu pecado. E o homem só é absolvido de seu pecado, quando o mesmo tem sincero arrependimento e crê no Filho de Deus, isto é, Jesus Cristo. Mas estamos a considerar aqui as conseqüências literais que podem o pecado trazer para o homem e sua família. Há muitos exemplos na Bíblia, referente as crises ocorridas dentro das famílias. Adão pagou o preço por seu pecado, Eva também, e sucessivamente sua descendência. Caim tornou-se um homem invejoso, a ponto de matar seu irmão. A perda de Abel foi a dor que sofreu Eva também como conseqüência de seu pecado juntamente com Adão. Em seguida Caim, sofreu também a conseqüência pelo seu pecado, tendo matado seu irmão, foi condenado a viver como peregrino e vagabundo na terra, e sempre com o temor de também ser vitimado de morte por outro homem. Gen. 4:11-14
E agora maldito és tu desde a terra, que abriu a sua boca para receber da tua mão o sangue de teu irmão. Quando lavrares a terra, não te dará mais a sua força, fugitivo e vagabundo serás na terra. Então disse Caim ao Senhor: É maior a minha maldade que a que possa ser perdoada. Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua face me esconderei; e serei fugitivo e vagabundo na terra, e será que todo aquele que me achar me matará.
Se por um lado o pecado produz conseqüências fatídicas. A obediência e a sabedoria de um homem diante de Deus, também tem suas conseqüências benéficas. Foi o caso de Abel, que conhecendo Deus, ofereceu melhor sacrifício que Caim, e o seu sacrifício foi aceito por Deus.
E assim o pecado de Caim, gerou também o pecado em sua descendência. Como podemos ler no cap 4 de Gênesis vs. 23. E disse Lameque a suas mulheres: Ada e Sila. Ouvi mulheres de Lameque, escutai o meu dito; porque eu matei um varão por me ferir e um mancebo por me pisar.
Vvemos aí que Lameque, da decendência de Caim, cometeu um duplo homicício, multiplicou assim o pecado de seu antepassado, Caim. Obs. Este Lameque não e o pai de Noé, pois Lameque pai de Noé é da descesdência de Sete. Tendo o homem se multiplicado na terra, também multiplicou-se a sua maldade, pelo que o Senhor arrependeu-se de ter criado o homem. Assim houve a corrupção do gênero humano. Gen. Cap 6 : 3- disse o Senhor: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão cento e vinte anos. No vs. 6: então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra. E pesou-lhe em seu coração. E disse o Senhor: Destruirei de sobre a terra, o homem que criei, desde o homem até ao animal que criei, até o réptil, e até a ave dos céus, porque me arrependo de os haver feito.
_ Temos aqui uma drástica conseqüência do pecado do gênero humano. Desde o princípio homem é responsável pela destruição da terra e de toda sua vida animal. Por causa do pecado do homem, Deus resolveu destruir não apenas o homem, mas também os animais, os répteis e as aves do céu. A destruição do homem foi conseqüência pela multiplicação do pecado. Porém Deus encontrou alguém que era reto, que retinha a sua confiança em Deus. Noé, era varão justo e reto em suas gerações e andava com Deus. Pelo que Deus achou graça em Noé e resolveu não incluí-lo na destruição. Então Deus revelou a Noé que iria destruir o homem e todos os animais pelo dilúvio. Deus lhe ordenou que construísse uma arca. Deus lhe deu todas as medidas, o tipo de madeira e o local onde deveria construí-la. Noé creu, e assim durante cem anos trabalhou para construir a arca. Noé creu que Deus iria destruir a humanidade pelo dilúvio, por isso teve a recompensa. Deus lhe mandou que colocasse os animais na arca, e que junto a sua mulher, seus filhos e noras entrasse na arca. Ainda que todos em sua volta criticavam a sua atitude, chamavam-no de louco, pois todos tinham seus corações endurecidos, voltados ao pecado e distanciados de Deus. A conseqüência da obediência de Noe trouxe salvação para si e sua casa, enquanto que a incredulidade das demais pessoas da terra trouxe-lhes a destruição pelo dilúvio. Vemos que uma família foi salva e abençoada pela fé e obediência de um homem. Enquanto que a promessa de Deus destruir o gênero humano desobediente foi cumprida, como conseqüência ao pecado do homem. Também a terra foi destruída, pois tudo que habitava a terra e tinha fôlego de vida pereceu pelas águas do dilúvio. Gen. Cap 7 vs.21,22,23. – E expirou toda a carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de gado e de feras, e de todo o réptil que se roja sobre a terra, e todo o homem.
Tudo o que tinha fôlego de espírito de vida em seus narizes, tudo o que havia no seco, morreu.
Assim foi desfeita toda a substância que tinha sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e à ave dos céus; e foram extintos da terra; e ficou somente Noé e os que com ele estavam na arca.
Assim a terra ficou coberta pelas águas durante cento e cinqüenta dias. Gen. cap 6 vs 24.
Como consequência ao pecado do homem, que também destói a terra, Deus haverá de proceder o seu juízo, destruindo de sobre a face da terra toda a carne, só que desta feita será pelo fogo. Como está escrito que esta terra está guardada como um tesouro para o dia da destruíção.
Familias da Biblia e suas crises - II
II Parte
E no verso 16: E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente: Mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás. _ Este mandamento o Senhor Deus deu ao homem, antes de ter criado sua companheira. Portanto ficou ao cargo de adão ensinar a mulher a cumprir o mandamento de Deus. Não demorou muito, logo depois de ter Deus criado a mulher, esta enganada pela serpente o diabo, tomou do fruto da árvore da ciência do bem e do mal, comeu e também deu ao seu marido. Este também comeu influenciado pela mulher, pois nesta altura a mulher já tinha ciência do que estava acontecendo. Ambos então perceberam que estavam nus e esconderam-se. Faremos uma análise aqui sobre a responsabilidade de Adão e Eva. Quem recebeu o mandamento primeiro foi Adão, ele certamente o transmitiu para sua companheira. O diabo sabia que não conseguiria fazer Adão tomar do fruto e come-lo. Então decidiu, aproveitar a fragilidade da mulher, pois a mesma teve o conhecimento do mandamento de Deus através de Adão seu marido. Logo podemos imaginar que Eva não levou muito a sério o que seu marido ensinou, desrespeitou não somente a Deus, mas também o seu marido. Este erro é muito sério, pois sendo a mulher a companheira do homem, errou primeiro e o induziu também ao erro. Adão porém, sendo homem, deveria não compartilhar com o erro de Eva, mas também seduzido pela sua mulher, comeu do fruto. Aparecendo deus na virada do dia, chamou Adão e sua mulher, e ambos se esconderam. Claro que Deus sabia o que tinha acontecido. Chamou novamente Adão até que este se apresentou. Deus lhe pergunta; Porque não respondestes?
Adão então responde que se escondeu pois estavam nus. Deus lhe pergunta. Quem te mostrou que estão nus? Porventura comestes do fruto da árvore que disse para não comeres?
Adão adiantou-se e disse. A mulher que me destes por companheira. Ela me deu da árvore, e comi.
Aí está, o primeiro ato do homem, é logo dar uma desculpa pelo seu erro, e foi logo acusando sua mulher, sua companheira, como que se a culpa fosse somente dela.
Deus então pergunta a Eva. – Porquê fizestes isto?
Logo a mulher lhe respondeu também com uma desculpa.
__A serpente me enganou, e eu comi. Vemos que tanto Adão como Eva, procuraram passar a responsabilidade do seu erro para o seu próximo. Adão procurou eximir-se da culpa, delatando sua companheira, como que querendo que a culpa ficasse somente sobre ela. Logo Eva percebendo que estava em desvantagem, e que poderia assumir a culpa sozinha foi logo acusando a serpente. Foi um jogo de responsabilidade. Um procurou jogar a totalidade da culpa para o outro. Ninguém queria se responsabilizar pelo seu erro. Enfim quando Eva denunciou a serpente, a serpente nada disse. É como um ditado que existe; “Quem se cala consente”. A serpente não tinha ninguém para jogar a culpa, nem tentaria fazer isto pois o mal que pretendia causar já estava feito. Todos os três personagens deste fato tiveram sua culpa sim. Primeiro o homem que recebera primeiramente o mandamento de Deus, e que por conseguinte passou este mandamento para sua companheira, porém foi fraco em sua missão. Não levou muito a sério o mandamento, pois deveria ter feito muito mais para garantir que sua companheira não se deixaria ser enganada pela serpente. O homem falhou primeiramente como cabeça de uma família, não se esforçou para impedir que a mulher sua companheira tomasse do fruto proibido por Deus. Por um momento o homem deixou sua companheira sozinha a andar pelo meio do jardim, sem se preocupar com a sua proteção, pois vemos pela história que Eva estava sozinha com a serpente. Segundo Adão também falhou em não repreender a sua companheira no momento em que ela lhe oferece o fruto, mas cedeu e também comeu o fruto. Mais falho ainda foi por ter procurado lançar a culpa somente em sua companheira. Que homem fraco este Adão, temeu pela sua própria vida, mas não temeu pela vida de sua companheira, a sua adjutora, aquela que ele mesmo disse. Carne de minha carne osso de meus ossos.Naquele momento o egoísmo falou mais alto na mente de Adão. Confessou o seu pecado, mas de forma mesquinha, sem arrependimento, procurando jogar a sua culpa em sua companheira. Eva agiu da mesma forma, se bem que ela poderia ter acusado Adão por ser um homem omisso no tocante ao mandamento. Poderia ter dito que Adão sabia do mandamento mas não a ensinou devidamente. Mas aqui vemos que a mulher lançou a culpa, na serpente. A verdadeira culpada por tudo aquilo. Sempre que o homem ou a mulher cometer pecado, a culpa será dividida entre ambos e o diabo. Pois o diabo a antiga serpente é que sempre está induzindo o homem e a mulher ao pecado. Nem por isso o homem e a mulher estão livres para pecarem. O homem primitivo e sua mulher pecaram, pois foram induzidos ao pecado pela serpente. Na inocência não há pecado, e foi justamente aí que a serpente atacou com a sua astúcia, para fazer o homem e a mulher pecarem. Era muito fácil para a mulher rejeitar a tentação da serpente. Ali de todos e qualquer fruto que havia no jardim do Éden, poderiam livremente comer. Mas ao que parece, a curiosidade da mulher tornou-a vulnerável diante da tentação. Aqui podemos tirar uma lição para nós, pois sempre existe a curiosidade de descobrir aquilo que não nos é permitido. Neste fato houve além da desobediência ao mandamento de Deus, também houve a infidelidade conjugal por parte da mulher. Eva foi infiel ao seu marido, pois deu ouvidos a serpente. Não honrou o seu marido, dando ouvidos a voz estranha.
Tal como nos dias de hoje, existem confrontos conjugais, brigas de casais, dilaceração de famílias. Em muitos casos pela infidelidade conjugal. Não estamos falando da infidelidade conjugal através do adultério. Mas infidelidade conjugal em que o marido não confia na esposa e vice e versa. A mulher tem o costume de fazer as coisas pelas costas do marido. O homem idem. Há homens que fazem seus negócios, sem ao menos o consentimento mútuo da sua mulher, e quando de repente está em dificuldades financeiras, perde emprego, faz negócio mal feito, muitas vezes acaba por deixar a família até mesmo sem um teto. Se formos enumerar diversas situações não sobrará espaço ou tempo para fazermos.
As familias biblicas e suas crises parte I
AS FAMILIAS BIBLICAS E SUAS CRISES
I Parte
A família é uma constituição feita por Deus. Deus tendo criado o homem, achou que ele não deveria viver sozinho, mas precisava de uma companheira, alguém que o ajudasse em sua vida, que fosse sua mulher, companheira de todas as horas. Deus fez cair um sono profundo em Adão, e lhe cerrou uma das costelas, da qual deus então criou a mulher. Esta foi chamada de Eva a mãe de todos os seres viventes da terra. A mulher criada por Deus para ser a auxiliadora do homem. Tal como disse Adão, carne de minha carne, ossos de meus ossos. Isto nos dá a entender, de que o ajuntamento entre o homem e a mulher, não foi um ato voluntário de ambos. Este foi o desígnio de Deus, formar uma família. Assim como deus criou os animais da terra, macho e fêmea os fez, para que se multiplicassem. Também deus criou o homem e a mulher para que se multiplicassem na face da Terra. Poderia ter Deus feito a mulher também de do barro, assim como fez o homem? Certamente que sim, mas deus nos quis mostrar algo muito importante ao tomar da costela de Adão e criar a mulher. Deus nos mostra assim, que, ambos estão ligados de uma forma a viverem lado a lado, um do outro. Se caso a mulher fosse criada do barro, não teria nenhuma ligação ao homem. Isto poderia ocorrer uma disputa entre o homem e a mulher, viveriam separados desde o princípio, pois nada haveria para interlaçar o seu relacionamento. Agora porém podemos crer que há um grande laço entre o homem e a mulher, a partir do momento que Deus tomou da carne do homem e criou a sua companheira. Mesmo assim tendo sido a mulher criada de uma parte do homem, não quer dizer que a mesma é devedora ao homem. Por que isto? É muito simples, O homem não tem poder sobre si próprio, mas Deus que lhe deu fôlego de vida. Deus domina sobre o homem e a mulher, ambos devem obediência ao senhor Deus o seu criador. E como Deus tendo criado o homem a seguir a mulher para lhe ser companheira, também o propósito de Deus é de que o homem e a mulher vivam mutuamente. Um dependendo do outro. No reino animal ocorre a disputa pela sobrevivência das espécies. Isto está no instinto animal de cada ser.Entre o homem e a mulher existe o sentimento mútuo de convivência. Um vive para o outro, pois ambos foram feitos um para o outro. Adão e Eva, foram colocados por Deus no paraíso, e Deus havia dado uma ordenança a Adão, cuja ordenança Adão não cumpriu. Gênesis cap. 2 vs. 8,9 –
E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, da banda do oriente; e pôs ali o homem que tinha formado.E o Senhor Deus fez brotar da terra toda árvore agradável à vista, e boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore da ciência do bem e do mal.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
O explendor de um Reino parte 13
Assim edificou Salomão aquela casa e a aperfeiçoou.
Também cobriu as paredes da casa por dentro com tábuas de cedro desde o assoalho da casa até o teto.
O cedro da casa por dentro era lavrado de botões e flores abertas.
No interior da casa preparou o oráculo para por dentro a arca do concerto do Senhor. Era o oráculo de 20 côvados de largura e 20 de comprimento. Ou seja; 9,60 mt por 9,60 mt. Este foi coberto o seu interior com ouro puro. O ouro fora utilizado com muita extravagância dentro do templo, tudo era coberto com cedro e depois recoberto com ouro. Ainda foram feitos dois querubins de madeira de oliveira, cada um com 10 côvados de altura; ou seja 4,80 mt. Colocou os querubins no meio da casa, e uma asa de um querubim tocava a parede enquanto que a outra asa tocava na ponta da asa do outro querubim, como se aqueles dois querubins fossem guardiões no templo. Detalhe ainda mais rico. Cobriu os querubins de ouro puro.
As paredes eram lavradas com entalhes de querubins, de palmas e flores abertas, e tudo depois recoberto com ouro puro.
Na entrada do oráculo fez duas portas em madeira de oliveira, e as decorou também com entalhes de querubins, palmas e flores abertas, e tudo também recoberto com ouro.
Agora podemos imaginar o por quê de tanto ouro guardado por Davi, e também por Salomão, mas não ficou só nisso.
Enquanto se fazia a construção do templo, outros artífices também trabalhavam na obra de prepararem os utensílios e peças que seriam utilizadas no templo.
No cap. 7 I Reis, vs. 13 em diante temos a descrição de que Hirão havia enviado um especialista em obras de arte com o cobre. Este fez duas colunas de 18 côvados de altura. Para cada coluna foi feito um capitel de 5 côvados ( 2,40 mt) de altura, tudo em cobre.
Foi feito também o que se chamou de mar, era o tipo de uma grande bacia toda feita em bronze com a espessura de um palmo, e era sustentado por doze bois feitos em bronze que por sua vez estavam sobre dez bases de cobre com 4 côvados de comprimento cada e 4 côvados de largura ( 1,92 mt). Em cada base haviam quatro rodas, feita também de cobre fundido. Este mar tinha a capacidade para 2 mil batos de líquido, ou seja, era um recipiente com a capacidade “inacreditável” para 73.840 litros, tendo em consideração que um bato era equivalente à 32,96 litros, segundo o dicionário bíblico traduzido por D. Ana e Dr. S.L. Watson, 25ª edição de 1996.
Também cobriu as paredes da casa por dentro com tábuas de cedro desde o assoalho da casa até o teto.
O cedro da casa por dentro era lavrado de botões e flores abertas.
No interior da casa preparou o oráculo para por dentro a arca do concerto do Senhor. Era o oráculo de 20 côvados de largura e 20 de comprimento. Ou seja; 9,60 mt por 9,60 mt. Este foi coberto o seu interior com ouro puro. O ouro fora utilizado com muita extravagância dentro do templo, tudo era coberto com cedro e depois recoberto com ouro. Ainda foram feitos dois querubins de madeira de oliveira, cada um com 10 côvados de altura; ou seja 4,80 mt. Colocou os querubins no meio da casa, e uma asa de um querubim tocava a parede enquanto que a outra asa tocava na ponta da asa do outro querubim, como se aqueles dois querubins fossem guardiões no templo. Detalhe ainda mais rico. Cobriu os querubins de ouro puro.
As paredes eram lavradas com entalhes de querubins, de palmas e flores abertas, e tudo depois recoberto com ouro puro.
Na entrada do oráculo fez duas portas em madeira de oliveira, e as decorou também com entalhes de querubins, palmas e flores abertas, e tudo também recoberto com ouro.
Agora podemos imaginar o por quê de tanto ouro guardado por Davi, e também por Salomão, mas não ficou só nisso.
Enquanto se fazia a construção do templo, outros artífices também trabalhavam na obra de prepararem os utensílios e peças que seriam utilizadas no templo.
No cap. 7 I Reis, vs. 13 em diante temos a descrição de que Hirão havia enviado um especialista em obras de arte com o cobre. Este fez duas colunas de 18 côvados de altura. Para cada coluna foi feito um capitel de 5 côvados ( 2,40 mt) de altura, tudo em cobre.
Foi feito também o que se chamou de mar, era o tipo de uma grande bacia toda feita em bronze com a espessura de um palmo, e era sustentado por doze bois feitos em bronze que por sua vez estavam sobre dez bases de cobre com 4 côvados de comprimento cada e 4 côvados de largura ( 1,92 mt). Em cada base haviam quatro rodas, feita também de cobre fundido. Este mar tinha a capacidade para 2 mil batos de líquido, ou seja, era um recipiente com a capacidade “inacreditável” para 73.840 litros, tendo em consideração que um bato era equivalente à 32,96 litros, segundo o dicionário bíblico traduzido por D. Ana e Dr. S.L. Watson, 25ª edição de 1996.
O explendor de um reino parte 12

Pela aliança comercial que Salomão fez com Hirão, podemos verificar que possuía a capacidade suficiente de sustentar não só o seu reino, mas também outros povos. Salomão usou o comércio com sabedoria, para não só enriquecer o seu reino, mas também para manter a paz e ainda concluir a ordem deixada por Davi, em construir o Templo. Hirão lhe daria a madeira do Líbano entregando-lhe a madeira no lugar designado por Salomão, enquanto isso receberia como pagamento trigo e azeite.
Se lermos o cap 2 de II Crônicas, teremos a ampla visão do trabalho destinado para a construção do templo. Além do comércio da madeira, Salomão pediu que Hirão lhe enviasse um homem sábio que soubesse trabalhar com ouro, prata, ferro, púrpura, e muitas outras obras. Hirão lhe enviou Hurão Abiu, um verdadeiro engenheiro, artista, especialista no trabalho de lavrar o ouro, o ferro, a prata, pedras, madeiras e muitas outras obras. Juntamente com os demais especialistas que Davi lhe tinha provido. Vemos no vs. 15 que Salomão enviou à Hirão, não só trigo e azeite, mas também cevada e vinho.
Contou Salomão os homens estranhos, ou seja, os que não eram judeus, e pelo mesmo número que seu pai Davi lhe deixara, encontrou, cento e cinqüenta e três mil e seiscentos homens, os quais pôs para trabalharem. Setenta mil carreteiros, oitenta mil cortadores na montanha, e três mil e seiscentos inspetores, para fazerem trabalhar o povo. Então a construção do Templo começou. Vemos aqui como prosperou tão rapidamente o reino de Salomão. Pois no cap. 6: I Reis conta-nos. No quarto ano do reinado de Salomão, começou a construir o templo. Quanto ao tamanho do templo podemos conhecer as suas dimensões pela equivalência das medidas atuais. Sendo que:
1 côvado equivale à 48 cm. (côvado comercial) e 56 cm para o côvado legal
1 palmo equivalente à 24 cm.
Teremos então as dimensões do templo construído por Salomão.
60 cvd. de comprimento = 33,60 mts de comprimento
20 cvd. de largura = 11,20 mts de largura
30 cvd. de altura = 16,80 mts de altura
Havia um pórtico de 20 cv de largura por 10 cv. isto aumentaria o comprimento do templo para 80 côvados ou então 44,80 mts.
Foram construídas câmaras na parte inferior, ou seja uma espécie de corredor ou galerias, que tinham 2,40 mt de largura. Estes correores estavam dispostos em três andares, e para terem acesso a eles foram construídas escadas em caracol. Uma peculiaridade que dá para perceber é que estes corredores eram construídos pelo lado externo do templo, e que foram recobertos com madeira por dentro e por fora de maneira a travarem as paredes de pedra. A casa do templo foi coberta com pranchas e tábuas de cedros. Agora uma importante observação. Podemos dizer que com o conhecimento naqueles dias, a maneira de que foi feita a construção do templo, foi uma verdadeira obra de engenharia de pré moldados. Pois assim está descrito no vr. 7 do cap 6 I reis. “E EDIFICAVA-SE A CASA COM PEDRAS PREPARADAS; COMO AS TRAZIAM SE EDIFICAVA, DE MANEIRA QUE NEM MARTELO, NEM MACHADO, NEM NENHUM OUTRO INSTRUMENTO DE FERRO SE OUVIU NA CASA QUANDO A EDIFICAVAM”.
Os pedreiros, os carpinteiros deixavam o material todo preparado, provalvelmente toda peça de pedra e madeira foi preparada com entalhes e encaixes, tudo muito bem estudado e calculado anteriormente.
Bom até aqui vimos a estrutura do templo, agora veremos a obra de acabamentos.
Se lermos o cap 2 de II Crônicas, teremos a ampla visão do trabalho destinado para a construção do templo. Além do comércio da madeira, Salomão pediu que Hirão lhe enviasse um homem sábio que soubesse trabalhar com ouro, prata, ferro, púrpura, e muitas outras obras. Hirão lhe enviou Hurão Abiu, um verdadeiro engenheiro, artista, especialista no trabalho de lavrar o ouro, o ferro, a prata, pedras, madeiras e muitas outras obras. Juntamente com os demais especialistas que Davi lhe tinha provido. Vemos no vs. 15 que Salomão enviou à Hirão, não só trigo e azeite, mas também cevada e vinho.
Contou Salomão os homens estranhos, ou seja, os que não eram judeus, e pelo mesmo número que seu pai Davi lhe deixara, encontrou, cento e cinqüenta e três mil e seiscentos homens, os quais pôs para trabalharem. Setenta mil carreteiros, oitenta mil cortadores na montanha, e três mil e seiscentos inspetores, para fazerem trabalhar o povo. Então a construção do Templo começou. Vemos aqui como prosperou tão rapidamente o reino de Salomão. Pois no cap. 6: I Reis conta-nos. No quarto ano do reinado de Salomão, começou a construir o templo. Quanto ao tamanho do templo podemos conhecer as suas dimensões pela equivalência das medidas atuais. Sendo que:
1 côvado equivale à 48 cm. (côvado comercial) e 56 cm para o côvado legal
1 palmo equivalente à 24 cm.
Teremos então as dimensões do templo construído por Salomão.
60 cvd. de comprimento = 33,60 mts de comprimento
20 cvd. de largura = 11,20 mts de largura
30 cvd. de altura = 16,80 mts de altura
Havia um pórtico de 20 cv de largura por 10 cv. isto aumentaria o comprimento do templo para 80 côvados ou então 44,80 mts.
Foram construídas câmaras na parte inferior, ou seja uma espécie de corredor ou galerias, que tinham 2,40 mt de largura. Estes correores estavam dispostos em três andares, e para terem acesso a eles foram construídas escadas em caracol. Uma peculiaridade que dá para perceber é que estes corredores eram construídos pelo lado externo do templo, e que foram recobertos com madeira por dentro e por fora de maneira a travarem as paredes de pedra. A casa do templo foi coberta com pranchas e tábuas de cedros. Agora uma importante observação. Podemos dizer que com o conhecimento naqueles dias, a maneira de que foi feita a construção do templo, foi uma verdadeira obra de engenharia de pré moldados. Pois assim está descrito no vr. 7 do cap 6 I reis. “E EDIFICAVA-SE A CASA COM PEDRAS PREPARADAS; COMO AS TRAZIAM SE EDIFICAVA, DE MANEIRA QUE NEM MARTELO, NEM MACHADO, NEM NENHUM OUTRO INSTRUMENTO DE FERRO SE OUVIU NA CASA QUANDO A EDIFICAVAM”.
Os pedreiros, os carpinteiros deixavam o material todo preparado, provalvelmente toda peça de pedra e madeira foi preparada com entalhes e encaixes, tudo muito bem estudado e calculado anteriormente.
Bom até aqui vimos a estrutura do templo, agora veremos a obra de acabamentos.
O explendor de um reino parte 11
Vamos agora atentar para a administração de todo este reino. Quem conquistou todo aquele território sabemos que foi Davi. Porém seria necessário que Salomão seu sucessor, ordenasse a segurança do reino em todas as suas fronteiras. Para Israel seria difícil manter a segurança de todo aquele território apenas utilizando guarnições. Então como sabemos que Salomão foi o maior dos sábios de todos os tempos da História de Israel, podemos observar a sua diplomacia.
O quê fez Salomão então? Como já anteriormente vimos que Salomão aparentou-se com o rei do Egito. Casando com a princesa egípcia, assim garantiu um forte aliado, que possuía um bom exército, para apóia-lo em caso de uma guerra eminente com qualquer inimigo que houvesse ousar enfrenta-lo. Ainda fortificou as cidades fronteiriças, construiu cavalariças, ao todo 40.000 estrebarias para cavalos, possuía 12 mil cavaleiros. Assim Salomão fortaleceu o seu exército com cavaleiros, muito ao contrário de Davi, que quando venceu o rei da Síria, mandou jarretar todos cavalos por não possuir gente capaz de monta-los, deixando apenas cem carros para si, e com certeza apenas carros de transporte. Agora Salomão sendo genro de Faraó do Egito, recebeu como dote por sua mulher a cidade de Gezer, a qual Faraó a tomou e queimou a fogo das mãos dos cananeus. Como podemos ler em I Reis cap 10 vs. 19- E todas as cicades das munições que Salomão tinha e as cidades dos carros e as cidades dos cavaleiros, e o que o desejo de Salomão quis edificar em Jerusalém, e no Líbano e em toda a terra de seu domínio.
Salomão impôs tributo sobre todos os povos conquistados, porém ao povo de Israel não os fez tributários, nem mesmo os escravizou, colocou-os como seus príncipes e chefes sobre os trabalhadores e alistou-os para o exército. Veremos também que Salomão formou uma marinha mercante. Como lemos em I reis 10:26- Também o Rei Salomão fez naus em Exiom-geber, que está junto a Elote, na praia do mar de Sufe, na terra de Edom. E mandou Hirão com aquelas naus os seus sevos, marinheiros, que sabiam do mar, com os servos de Salomão. E vieram a Ofir e tomara para o rei Salomão quatrocentos e vinte talentos de ouro. O mar onde navegavam essas naus era o mar Vermelho, pois não caberia à Salomão competir o comércio marítimo com seu amigo Hirão, pelo que vemos Hirão até enviou seus marinheiros para conduzirem as naus de Salomão, e com certeza ensinar os marinheiros de Salomão. Desta forma Salomão estendeu as relações comerciais para garantir as despesas que teria com os grandes empreendimentos que estava a fazer. Como a construção do templo do Deus de Israel. Só na obra da construção do templo foram sete anos, onde foi empregada grande mão de obra. E para poder sustentar todos os empreendimentos, toda sua corte, e para que houvesse alimento suficiente ao povo, aos animais Salomão tinha seus provedores como já anteriormente vimos. O negócio comercial de Salomão com Hirão rei de Tiro, foi demonstração de uma boa relação comercial. Beneficiava ambos os lados. Hirão prometeu entregar a Salomão toda a madeira de que precisasse, em troca disto Salomão lhe forneceria uma cota de vinte mil coros de trigo, e vinte coros de azeite batido de ano em ano. Para termos uma idéia de quanto necessariamente seria a quantia destes dois produtos em termos de nossas medidas atuais, temos que conhecer as medidas utilizadas naquela época.Tomamos aqui a tradução do Dicionário bíblico, feito por D. Ana e Dr. S.L. Watson, publicado pela Imprensa Bíblica Brasileira. Temos então o seguinte;
Para medidas secas
1 Coro equivalente à 369,2 litros.
1 Efa equivalente à 10 ômeres.
1 Coro equivalente à 10 efas e 100 ômeres.
Para medidas liquidas
1 Coro equivalente a 10 batos = 60 him = 720 logmo (369,2 litros).
Ao observarmos a relação de medidas usadas naqueles tempos encontramos a quantidade calculada do provimento que Salomão recebia de seus provedores em cada dia, segundo I Reis cap 4 vs 22.
“ Era, pois o provimento de Salomão, cada dia, trinta coros da flor de farinha e sessenta coros de farinha; dez vacas gordas e vinte vacas de pasto, e cem carneiros, afora os veados e as cabras monteses, e os cocos, e aves cevadas.”
30 coros de flor de farinha equivalente à 11.070 litros por dia
60 coros de farinha equivalente à 22.140 litros por dia.
Vemos que para tudo isso dar certo Salomão organizou muito bem o seu reino.
Vemos aqui uma peculiaridade na organização de trabalho dos provedores. Cada mês um provedor era responsável para suprir a mesa do rei, assim sendo que nos próximos onze meses, este provedor tinha tempo suficiente para a produção, comprar e estocar tudo quanto lhe era necessário para cumprir sua tarefa. Lendo isso podemos imaginar a quantidade de empregados que cada provedor possuía, as relações comerciais com os agricultores, com os criadores de vacas, com os caçadores, com os moedores de trigo, o trabalho de transporte para tudo aquilo, o armazenamento. Podemos imaginar um país tendo um desenvolvimento econômico, industrial e comercial em todos os aspectos. Caravanas atravessavam de um lado ao outro, no campo os lavradores todos trabalhando, mercadores de todos os lados saindo e chegando em Jerusalém, uma economia estabilizada, crescendo dia a dia, um enriquecimento não só do reino, mas também do povo. Desemprego? Não havia, talvez pudesse haver em algum local a falta de trabalhadores, mas isso era certamente um problema muito pequeno, pois, as relações exteriores de Salomão eram extensas e com isso podemos ver que todos os povos em sua volta vinham até Salomão para não só conhecer o seu reino, a sua sabedoria, mas também aprender alguma coisa sobre a administração do reino e manter uma boa relação comercial. Imaginemos naqueles dias a quantidade de estrangeiros que vinham para Israel em busca de trabalho?
Riqueza, e abundância de alimento e outras coisas a mais, isto sim era a prosperidade e a grandeza de um reino muito bem administrado.
O quê fez Salomão então? Como já anteriormente vimos que Salomão aparentou-se com o rei do Egito. Casando com a princesa egípcia, assim garantiu um forte aliado, que possuía um bom exército, para apóia-lo em caso de uma guerra eminente com qualquer inimigo que houvesse ousar enfrenta-lo. Ainda fortificou as cidades fronteiriças, construiu cavalariças, ao todo 40.000 estrebarias para cavalos, possuía 12 mil cavaleiros. Assim Salomão fortaleceu o seu exército com cavaleiros, muito ao contrário de Davi, que quando venceu o rei da Síria, mandou jarretar todos cavalos por não possuir gente capaz de monta-los, deixando apenas cem carros para si, e com certeza apenas carros de transporte. Agora Salomão sendo genro de Faraó do Egito, recebeu como dote por sua mulher a cidade de Gezer, a qual Faraó a tomou e queimou a fogo das mãos dos cananeus. Como podemos ler em I Reis cap 10 vs. 19- E todas as cicades das munições que Salomão tinha e as cidades dos carros e as cidades dos cavaleiros, e o que o desejo de Salomão quis edificar em Jerusalém, e no Líbano e em toda a terra de seu domínio.
Salomão impôs tributo sobre todos os povos conquistados, porém ao povo de Israel não os fez tributários, nem mesmo os escravizou, colocou-os como seus príncipes e chefes sobre os trabalhadores e alistou-os para o exército. Veremos também que Salomão formou uma marinha mercante. Como lemos em I reis 10:26- Também o Rei Salomão fez naus em Exiom-geber, que está junto a Elote, na praia do mar de Sufe, na terra de Edom. E mandou Hirão com aquelas naus os seus sevos, marinheiros, que sabiam do mar, com os servos de Salomão. E vieram a Ofir e tomara para o rei Salomão quatrocentos e vinte talentos de ouro. O mar onde navegavam essas naus era o mar Vermelho, pois não caberia à Salomão competir o comércio marítimo com seu amigo Hirão, pelo que vemos Hirão até enviou seus marinheiros para conduzirem as naus de Salomão, e com certeza ensinar os marinheiros de Salomão. Desta forma Salomão estendeu as relações comerciais para garantir as despesas que teria com os grandes empreendimentos que estava a fazer. Como a construção do templo do Deus de Israel. Só na obra da construção do templo foram sete anos, onde foi empregada grande mão de obra. E para poder sustentar todos os empreendimentos, toda sua corte, e para que houvesse alimento suficiente ao povo, aos animais Salomão tinha seus provedores como já anteriormente vimos. O negócio comercial de Salomão com Hirão rei de Tiro, foi demonstração de uma boa relação comercial. Beneficiava ambos os lados. Hirão prometeu entregar a Salomão toda a madeira de que precisasse, em troca disto Salomão lhe forneceria uma cota de vinte mil coros de trigo, e vinte coros de azeite batido de ano em ano. Para termos uma idéia de quanto necessariamente seria a quantia destes dois produtos em termos de nossas medidas atuais, temos que conhecer as medidas utilizadas naquela época.Tomamos aqui a tradução do Dicionário bíblico, feito por D. Ana e Dr. S.L. Watson, publicado pela Imprensa Bíblica Brasileira. Temos então o seguinte;
Para medidas secas
1 Coro equivalente à 369,2 litros.
1 Efa equivalente à 10 ômeres.
1 Coro equivalente à 10 efas e 100 ômeres.
Para medidas liquidas
1 Coro equivalente a 10 batos = 60 him = 720 logmo (369,2 litros).
Ao observarmos a relação de medidas usadas naqueles tempos encontramos a quantidade calculada do provimento que Salomão recebia de seus provedores em cada dia, segundo I Reis cap 4 vs 22.
“ Era, pois o provimento de Salomão, cada dia, trinta coros da flor de farinha e sessenta coros de farinha; dez vacas gordas e vinte vacas de pasto, e cem carneiros, afora os veados e as cabras monteses, e os cocos, e aves cevadas.”
30 coros de flor de farinha equivalente à 11.070 litros por dia
60 coros de farinha equivalente à 22.140 litros por dia.
Vemos que para tudo isso dar certo Salomão organizou muito bem o seu reino.
Vemos aqui uma peculiaridade na organização de trabalho dos provedores. Cada mês um provedor era responsável para suprir a mesa do rei, assim sendo que nos próximos onze meses, este provedor tinha tempo suficiente para a produção, comprar e estocar tudo quanto lhe era necessário para cumprir sua tarefa. Lendo isso podemos imaginar a quantidade de empregados que cada provedor possuía, as relações comerciais com os agricultores, com os criadores de vacas, com os caçadores, com os moedores de trigo, o trabalho de transporte para tudo aquilo, o armazenamento. Podemos imaginar um país tendo um desenvolvimento econômico, industrial e comercial em todos os aspectos. Caravanas atravessavam de um lado ao outro, no campo os lavradores todos trabalhando, mercadores de todos os lados saindo e chegando em Jerusalém, uma economia estabilizada, crescendo dia a dia, um enriquecimento não só do reino, mas também do povo. Desemprego? Não havia, talvez pudesse haver em algum local a falta de trabalhadores, mas isso era certamente um problema muito pequeno, pois, as relações exteriores de Salomão eram extensas e com isso podemos ver que todos os povos em sua volta vinham até Salomão para não só conhecer o seu reino, a sua sabedoria, mas também aprender alguma coisa sobre a administração do reino e manter uma boa relação comercial. Imaginemos naqueles dias a quantidade de estrangeiros que vinham para Israel em busca de trabalho?
Riqueza, e abundância de alimento e outras coisas a mais, isto sim era a prosperidade e a grandeza de um reino muito bem administrado.
O explendor de um reino parte 10

A população de Israel e Judá era grande, tendo Davi feito grande conquista do Império.
As fronteiras deste Império estava assim estabelecida. Ao Norte toda a Síria pertencia à Israel Davi havia conquistado-a, tendo sua fronteira com o Império Assírio. Ao Leste da Síria descendo ao Sul junto ao mar vermelho a fronteira se extendia pelas terras do deserto da Arábia. Junto ao leste do Mar Morto estavam localizadas Amom e Moab, agora também pertencentes à Israel. O sul fazia fronteira então com o Egito desde o mar Vermelho até o Mediterrâneo, estendendo-se uma grande faixa até a terra dos filisteus. Ao norte da terra dos filisteus, uma grande parte do litoral do Meditrrâneo, chegando até a Fenícia que dominava toda a costa do mediterrâneo até o Líbano de onde vinham as madeiras para Salomão. Certamente da região de Biblos que era uma cidade importante na produção de madeira.
Acrescentando aqui nossa observação quanto a grandeza do reino de Salomão temos que dar forte atenção na extensão territorial do reino. Como lemos em I reis cap. 4 vs 21- E Dominava Salomão sobre todos os reinos desde o rio (Jordão) até a terra dos filisteus e até os termos do Egito. Como poderemos observar no mapa:
As fronteiras deste Império estava assim estabelecida. Ao Norte toda a Síria pertencia à Israel Davi havia conquistado-a, tendo sua fronteira com o Império Assírio. Ao Leste da Síria descendo ao Sul junto ao mar vermelho a fronteira se extendia pelas terras do deserto da Arábia. Junto ao leste do Mar Morto estavam localizadas Amom e Moab, agora também pertencentes à Israel. O sul fazia fronteira então com o Egito desde o mar Vermelho até o Mediterrâneo, estendendo-se uma grande faixa até a terra dos filisteus. Ao norte da terra dos filisteus, uma grande parte do litoral do Meditrrâneo, chegando até a Fenícia que dominava toda a costa do mediterrâneo até o Líbano de onde vinham as madeiras para Salomão. Certamente da região de Biblos que era uma cidade importante na produção de madeira.
Acrescentando aqui nossa observação quanto a grandeza do reino de Salomão temos que dar forte atenção na extensão territorial do reino. Como lemos em I reis cap. 4 vs 21- E Dominava Salomão sobre todos os reinos desde o rio (Jordão) até a terra dos filisteus e até os termos do Egito. Como poderemos observar no mapa:
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