domingo, 31 de outubro de 2010

O LIVRO PERIGOSO

Uma profecia de 1908 cumprindo agora.

Os reinos caem. As repúblicas oscilam. As monarquias vacilam. Eis a mudança do tempo.



 A terra vacila como o homem ébrio, o coração do homem nele falha pelo medo, o espírito de inquietação toma posse de todo o povo da terra. Todavia a paz e o repouso serão a porção dos que põem sua confiança em Mim.


 Eis que o princípio veio, mas o fim não veio ainda.


 Eu porei no meu povo o espírito de Elias e aquele despertará com insistência a oração até que o Céu seja aberto e a terra seja regada.

Esta profecia foi dada através de interpretação do dom de línguas no começo do século XX, conforme a mensagem dada por Deus entre os irmãos na igreja da Toscana em Chicago, EUA.em 22 de abril de 1908.
 
Vemos esta profecia cumprindo claramente e assustadoramente em nossos dias.
Basta vermos os noticiários no mundo todo que desde o ano passado vem sendo noticiadas catástrofes e tragédias naturais.
O clima no mundo está totalmente descontrolado, terremotos estão causando tragédias em países, destruindo, matando e causando grandes prejuízos econômicos.
Quem não está apreensivo, com tudo o que está acontecendo hoje?
Quem pode garantir que não será pego de surpresa por algum fenômeno atural de grandes proporções?
Somente quem tem a Graça de Jesus Cristo no seu coração acompanha estas notícias e dentro de seu coração glorifica ao Senhor pois sabe que perto está a sua redenção.
 
Firmemos-nos pois na Palavra de Deus que é fiel e que se cumpre nos seus mínimos detalhes.
Ainda que homens sábios queiram dizer que é apenas coincidências.
Oremos para que Deus nos guarde e nos salve do pior que está para vir.
Mas que a esperança da salvação eterna permaneça em nossos corações.

Leia também este artigo==> MENSAGEM

lEIA TAMBÉM ==> SINAIS DO FIM DO TEMPO

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

ASSIM CAMINHA A CRISTANDADE

Assim Caminha a Cristandade...



EU GOSTEI MUITO DESTE ARTIGO QUE O COPIEI PARA QUE ALGUÉM MAIS MEDITE!
CARLOS MOREIRA E A TURMA DO GENIZÁ, QUE ME PERDOEM, MAS TENHO QUE PUBLICAR AQUI ESTE ARTIGO.

PREZADO LEITOR, LEIA E CONFIRA SE NÃO É EXATAMENTE ISTO QUE ESTAMOS VENDO NOS DIAS DE HOJE!
POR:     Carlos Moreira

“Certa vez, tendo sido interrogado pelos fariseus sobre quando viria o Reino de Deus, Jesus respondeu: "O Reino de Deus não vem de modo visível, nem se dirá: ‘Aqui está ele’, ou ‘Lá está’; porque o Reino de Deus está dentro de vocês". Lc. 17:20-21.

O Sagrado em Israel se descaracterizara como experiência religiosa bem antes do tempo Jesus. Na verdade, a fé para os judeus havia se transformado num poderoso sistema que possuía dois grandes tentáculos: um político e o outro econômico. Assim como nos nossos dias, os que mercadejavam o espiritual perceberam que manipular com a fé das pessoas era um extraordinário e lucrativo negócio.

O texto citado acima nos dá a dimensão exata do que estava acontecendo naqueles dias... Mas nós não conseguimos discerni-lo com todos os seus matizes porque o “cenário” no qual os fatos se passam nos é totalmente estranho. No encontro inusitado entre Jesus e os Fariseus, a questão principal não é o que parece estar evidente, ou seja, o Reino de Deus, mas o que está subliminar – o reino dos homens.


Ora, isto pode ser visto claramente na pergunta, aparentemente “espiritual”, – “mostra-nos o teu Reino”. Ela não tinha nada a ver com os conteúdos, valores e princípios éticos do Evangelho de Jesus. A preocupação estava centrada apenas nos aspectos institucionais – nas estruturas físicas (templo, sinagogas), nos códigos regulamentares (a Lei e os Profetas), no centro de decisão (o Sinédrio), nos rituais “litúrgicos” (sacrifícios, oferendas), ou seja, o que estava em “jogo”, era entender quais os mecanismos que compunham a “engrenagem” que o Galileu estava anunciando. E isto era “bastante razoável”, uma vez que o “sistema” que eles possuíam já estava há anos sendo “tecido” pela aristocracia judaica, pelas castas sacerdotais e pelos grupos religiosos e, o melhor de tudo, “operava” perfeitamente.

A religião judaica criara uma opulência que entorpecia o ser. Era um conjunto de ritos e mitos que sacralizava o banal, petrificava o coração, cauterizava as percepções e roubava as emoções. Em torno de tudo aquilo girava uma “máquina” de fazer dinheiro, e era muita grana que circulava em torno do templo, o “centro espiritual” de toda a engrenagem, e de onde os recursos eram distribuídos para manter as benesses de muita gente e para bancar o “custo” da estrutura que era, sem dúvida, muito cara.

Aí vem Jesus que, em vez de propor manter a opulência do “negócio”, trás a mensagem de ressignificação da consciência! O Reino de Deus, anunciado através do Evangelho do Reino, não tinha “donos”, nem “trono”, nem ditames humanos, nem regras, nem lei, nem sacrifícios, nem intermediários sacerdotais, nem traficantes de influências espirituais, nem castas religiosas, nem comércio do sagrado, nem barganhas com a divindade, nem nada! Era a proposta de um Reino que crescia de dentro para fora, que instaurava valores no coração a partir de uma reconstrução da consciência. Por isso a discrepância tão grande entre um projeto e o outro. Agora dá para entender porque a proposta de Jesus era tão bizarra para aquela moçada, porque ela, simplesmente, desmantelava com o sistema inteiro!

O Evangelho do Reino é contra-cultura! É algo que se impõe para derrubar a cultura vigente. É subversão silenciosa, pacífica, de boca em boca, de casa em casa, de pequenos gestos, de serviço ao próximo, de amor ao necessitado, de acolhimento ao excluído. É uma lógica totalmente diferente! O sistema diz: ajunte, acumule, recolha. O Evangelho do Reino responde: espalhe, compartilhe, distribua. Onde um diz: seja servido; o outro preconiza: torne-se servo. Onde um diz: seja o primeiro; o outro afirma: seja o último. Onde um diz: busque reconhecimento; o outro adverte: faça tudo em secreto. Onde um diz: se exalte; o outro ensina: se humilhe. E ainda tem a segunda milha, a túnica junto com a capa, a face para o que o fere, o perdão setenta vezes sete... É metanóia!

Mudar a cultura é mudar a forma como as pessoas vivem. E isto varia de época para época, pois a cultura é um subproduto do social e do humano. É antropológica e temporal, segundo Vergílio Ferreira. Não foi diferente com Jesus. Em seus dias Ele lidava com vários tipos de culturas e filosofias distintas: os epicuristas, os estóicos, os cínicos, os céticos, além de toda a influência helênica – 600 anos de pensamento grego sincretizado com os cultos de mistérios egípcios, culto ao imperador, religiões pagãs e por aí vai... Mas o Evangelho do Reino, pregado pelo Nazareno, e depois pelos seus discípulos, propunha uma contra-cultura que desmantelava com tudo aquilo. E eles subverteram o mundo com a mensagem da paz, da esperança e do amor! E eu lhe afirmo: se já foi feito antes, pode ser feito novamente...

Geraldo D’Almeida Alves nos questiona de forma instigante: “para que servem cultura e filosofia? Na verdade, elas são imprescindíveis ao próprio existir humano. Um homem sem cultura não existe, e a filosofia existe justamente para que toda atividade humana possa ter significado”.







Quando a cultura muda, as pessoas mudam. Por isso Jesus queria estabelecer um novo Reino (uma nova consciência – cultura), baseado num Evangelho que tinha um “vinho novo” (valores e princípios). De lá para cá, vimos o mundo mergulhar em muitas crenças e culturas diferentes: a medieval, a renascentista, a moderna e agora, a contemporânea. Mas o que fez o cristianismo durante este período? Que propostas trouxe como contraponto, como contra-cultura para enfrentar os sofismas e as vãs filosofias? Eu lhes respondo: quase nada. E está ficando cada vez pior... Quem somos nós hoje? Como somos vistos? Como somos interpretados? Quem está disposto a ouvir nossa mensagem? E o principal: por que será que isto está acontecendo? Eu não tenho todas as respostas, mas tenho minhas “teses”. Você não precisa concordar com elas, mas pode a partir delas expandir sua consciência e buscar construir seus próprios “mapas”. Contudo, lembre-se: respostas que não produzem mudanças tornam-se apenas filosofia de botequim.

O problema é que nós nos conformamos à cultura vigente. Nos amoldamos, nos amalgamamos a tudo o que esta posto aí. Vivemos como todo mundo vive, corremos atrás das mesmas coisas, nossas famílias são pautadas pelos mesmos valores, nossos filhos são criados do mesmo jeito, nossos negócios são conduzidos da mesma forma, nossas “igrejas” viraram empresas! A proposta deveria ser exatamente outra: deveríamos nos rebelar pacificamente! Deveríamos denunciar de forma ordeira! Onde está a nossa voz profética? Ela se tornou “profétida” tantos são os escândalos nos quais estamos envolvidos. Não há mais diferença, como afirmava o profeta Malaquias, entre o que serve a Deus e o que não serve. Todos são iguais, participam das mesmas práticas, se envolvem nos mesmos conluios, vivem pelos mesmos princípios.


Alguém recentemente me perguntou: “mas pastor, eu vou ter de criar meu filho diferente de todos os outros?”. E eu respondi: “para que então você quer servir a Deus se não está disposta a fazer diferente e fazer diferença!”. Os crentes hoje são execrados na sociedade e com toda a razão, na grande maioria dos casos. Os piores profissionais que trabalharam na minha casa e na minha empresa eram “evangélicos”. Gente de duas conversas, que nunca cumpria prazo, que empenhava a palavra e não a honrava. É o empresário “evangélico” usando caixa dois, meia nota, propina para fechar negociatas, sonegação fiscal, e por aí vai. Qual a diferença?! Onde está a contra-cultura do Reino? E alguém me diz: “mas se eu fizer tudo certinho vou quebrar meu negócio”. Ora, então mude de profissão! É melhor perder o negócio e preservar a salvação e a vida eterna, do que ir para o inferno com o negócio e tudo!



Está achando o discurso duro? Então faça uma pesquisa sobre o que a sociedade acha dos cultos de catarse que promovemos para espoliar as pessoas. Pergunte aos seus amigos e vizinhos o que eles acham dos “evangélicos”. Veja se não estamos associados à idéia de gente perversa, julgadora, presunçosa, arrogante, falsa... Pergunte a deputados e senadores sérios – ainda existem alguns – o que eles acham da bancada “evangélica” no Congresso Nacional? Eu que sou pastor que o diga. Não há ninguém que não me olhe e não ache que eu sou ladrão, manipulador ou aproveitador. E aí me vem, do nada, um fulano querendo saber da marca da besta do apocalipse! Ora meu mano, a marca da besta já está aí, presente em tudo o que se faz neste “sistema” no qual nós estamos imersos. Ela existe desde Caim, que ficou com sua fronte marcada para que todo homem soubesse que ali estava alguém que vivia em desacordo com a vontade de Deus. Não precisa de marca no pulso, na testa, de número 666, porque tudo já está “tatuado” no coração, enraizado em práticas perversas, assumido por uma consciência anestesiada, incapaz de discernir o que o Espírito está falando a Igreja.

E assim vamos vivendo. Misturados ao todo e diluídos na massa, sequer aparecemos. Somos considerados gente de gueto, povo de segunda categoria, seres que não pensam, confraria de tolos. Não influenciamos, mas somos massacrados pelo marketing, pela mídia, pela cultura da aparência, do parecer ao invés do ser, dos valores pagãos, da fé commoditizada, mecanizada, robotizada, que produz uma massa de alienados que não consegue nem influenciar os que estão em suas próprias casas.

É amigos, parafraseando o Lulu Santos, assim caminha a cristandade, com passos de formiga e sem vontade. Até quando? Não sei. Mas parece que algo começa a acontecer, lentamente, silenciosamente. Há uma geração se levantando contra essas coisas, anunciando que Evangelho não é isto, que Jesus nunca propôs nada do que aí está. A revolução não começa nas estruturas, nas denominações, nos grupos se matando uns contra os outros, mas na consciência, numa nova hermenêutica, na ressignificação dos valores e das verdades do Evangelho do Reino, na restauração do ministério profético.

E quando menos se esperar, surgirá de onde não se imagina, dos anônimos de bairro, dos discípulos que estão com a mão na massa, nas chagas das pessoas, socorrendo os desabrigados da Terra, os excluídos da sociedade, porque esta é a Igreja de Jesus. Ela está aí, como sal dissipada pelo mundo, ativa, falando nos blogs "subversivos", na cabeça de pensadores e escritores que fomentam novas idéias, no púlpito de algumas Igrejas, nos corredores dos hospitais, dos presídios, nos encontros de pequenos grupos.

Por isso, saiba: a “massa do bolo” está crescendo e o “caldo está engrossando”. Desta forma, preste atenção! O Evangelho do Reino está sendo pregado novamente e as profundas mudanças por ele trazidas estão a caminho e nada, absolutamente nada, poderá impedi-las de subverter novamente a sociedade e trazê-la para um encontro definitivo – restaurador e pacificador – com o Deus de toda a vida! E nem altura, nem profundidade, nem coisas do presente, nem do porvir, nem principados nem potestades, nada poderá deter o que já se iniciou por vontade única e exclusiva do Senhor de toda a Terra. Quem vai pagar para ver?



Carlos Moreira é membro do Genizah. Seus textos também podem ser lidos em A Nova Cristandade.





Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2010/10/assim-caminha-cristandade.html#ixzz13bzoziVJ

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domingo, 17 de outubro de 2010

QUANDO O HOMEM MUDOU A LEI DE DEUS

A LEI DE DEUS FALSIFICADA PELO HOMEM

Conforme o Segundo Catecismo da Doutrina Cristã, pág. 9 Edição Oficial, 1930.


I

Amar a Deus sobre todas as coisas

II

Não tomar Seu santo nome em vão

III

Guardar domingos e festas

IV

Honrar pai e mãe

V

Não matar

V I

Não pecar contra a castidade

V I I

Não furtar

V I I I

Não levantar falso testemunho

I X

Não desejar a mulher do próximo

X

Não cobiçar as coisas alheias


Suprimido o segundo mandamento, ficaram nove; para completar os dez, dividiu-se o décimo em dois. Foi trocado o Sábado pelo domingo, modificou-se o primeiro mandamento, para que coadunasse com a retirada do segundo. Que fantástico cumprimento profético!

Daniel 8:12; Daniel 7:25; II Tessalonicenses 2:3 e 4.




“A igreja após trocar o dia de descanso do Sábado dos judeus, ou o sétimo dia da semana, para o primeiro dia, fez o terceiro mandamento e se refere ao domingo que seja mantido sagrado como o Dia do Senhor.”

Enciclopédia Católica, Vol. 4, pág. 153.





A LEGÍTIMA LEI DE DEUS - Êxodo 20:3-17

I

Não terás outros deuses diante de Mim.

II

Não farás para ti imagens de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos Céus, nem embaixo na Terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque Eu o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que Me aborrecem, e faço misericórdia em milhares aos que Me amam e guardam os Meus mandamentos.

III

Não tomarás o Nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar Seu Nome em vão.

IV

Lembra-te do dia de Sábado para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o Sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fêz o Senhor os Céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do Sábado e o santificou.

V

Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na Terra que o Senhor teu Deus te dá.

VI

Não matarás.

VII

Não adulterarás.

VIII

Não furtarás.

IX

Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

X

Não cobiçarás a casa do teu próximo; não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O livro de Jó - parte 3

Os Amigos de Jó Debatem com Ele


Lição 1: O primeiro discurso de Elifaz (4:1 - 7:21)

I. Elifaz afirma que o sofrimento é por causa do pecado (4:1-21)

A. Ele começa lembrando Jó de seu conselho a outros que estavam perturbados ou sofrendo e o encoraja a seguir seu próprio ensino. Pode ser que Elifaz esteja usando sarcasmo nos versículos 5 e 6 (vs. 1-6).

B. O inocente e o reto não perecem (vs. 7-10).

1. O homem colhe o que semeia.

2. Os homens perversos são assemelhados a um covil de leões. Apesar de sua ferocidade, eles serão consumidos pelo sopro de Deus.

C. Elifaz relata uma visão que alega ter tido (vs. 11-21).

1. Ele fala de um espírito que lhe apareceu, causando grande temor de sua parte (vs. 12-16).

2. A mensagem da visão foi que o sofrimento por causa do pecado pessoal é inevitável, porque não há homem justo ou puro diante de Deus. Desde que todos pecam, todos têm que sofrer (v. 7).

3. Observe a semelhança de pensamento e linguagem em 15:14-16 e 25:4-6.

4. A tendência dos humanos para o erro e a fragilidade de suas vidas são ressaltadas (vs. 18-21).

II. Elifaz encoraja Jó a "buscar a Deus" (5:1-27)

A. Ele adverte Jó do perigo da ira contra os caminhos de Deus (vs. 1-7).

1. Elifaz relata o destino de um louco que ele tinha observado.

2. Ainda que nenhuma aplicação formal seja feita por esse tempo, parece que Elifaz pode estar dando a entender uma similaridade entre Jó e esse "louco" de quem ele fala.

B. Elifaz diz que buscaria a Deus se estivesse no lugar de Jó (vs. 8-16).

1. Nestes versículos Elifaz se refere à boa providência de Deus; ele ajuda o oprimido e repele os que poderiam fazer mal.

2. Elifaz ressalta que o homem perverso não prosperará, porque Deus frustrará seus planos.

C. Elifaz conclui seu primeiro discurso admoestando Jó: "não desprezes, pois, a disciplina do Todo-Poderoso" (vs. 17-27).

1. Ele afirma que Deus livrará de toda a forma de mal aquele que humildemente se submete a sua correção (vs. 18-22).

2. Aceitando humildemente a disciplina de Deus, ele prosperaria em todos os aspectos (vs. 23-27).

III. Jó responde ao discurso de Elifaz (6:1-30)

A. Jó reconhece que suas palavras (capítulo 3) têm sido imprudentes, mas sugere que tal imprudência é compreensível em vista de seu grande sofrimento (vs. 1-7).

1. Jó está sugerindo, no versículo 5, que, assim como os animais fazem barulho quando têm um motivo, assim ele tem razão em expressar sua aflição.

2. O assunto dos versículos 6-7 pode ser tanto o sofrimento de Jó como as palavras de "conforto" oferecidas por Elifaz.

B. Jó deseja que Deus lhe conceda sua petição: permitir-lhe morrer. Ele exprime dúvida que possa resistir. Sua força não é infalível (vs. 8-13).

C. Ele critica seus amigos por acusarem-no de má ação em vez de mostrarem-lhe simpatia (vs. 14-23).

1. Ele os assemelha a um ribeiro intermitente. Na estação chuvosa, quando a água é farta, ele está cheio; mas uma vez que o calor começa e os viajantes buscam sua água, ele está seco. De modo semelhante, quando Jó necessitava da compaixão de seus amigos, e a esperava, eles se mostraram serem fontes que tinham secado (vs. 14-21).

2. Ele se queixa de que não estava pedindo muito a eles (vs. 22-23).

D. Jó desafia seus amigos a apontarem seu pecado que era o suposto responsável por seu grande sofrimento (vs. 24-30).

1. Ele assevera que eles não têm evidência para suas palavras cruéis.

2. Ele afirma que não está mentindo sobre sua inocência e nem é incapaz de reconhecer a iniquidade.

IV. Jó brada em desespero (7:1-21)

A. Há alguma dúvida se o capítulo inteiro é dirigido a Deus ou se os primeiros versículos 1-10 são ditos para proveito dos amigos e o restante do capítulo é dirigido a Deus.

B. Ele descreve a grandeza e a desesperança de seu sofrimento e sua angústia (vs. 1-10).

1. Sua vida é de dura servidão, com a única paga sendo meses de desilusão e noites cansativas.

2. Ele é incapaz de dormir e conta a tortura de sua doença.

3. Ele menciona o fato de sua vida ser breve, como se dissesse que Deus deveria mostrar-lhe misericórdia no pouco tempo que lhe resta.

C. Jó interroga Deus quanto à razão da severidade de seu sofrimento (vs. 11-21).

1. Ele pergunta porque é necessário a Deus atormentá-lo constantemente com o sofrimento (como parece a ele).

2. Ele roga a Deus que o deixe em paz (vs. 16).

3. Jó afirma, por perguntas, que o homem é muito insignificante para receber tão contínua atenção de Deus (vs. 17-19).

4. Como ele fez com seus amigos, Jó desafia Deus a identificar seu pecado. Se, na verdade, ele tem pecado, ele pergunta porque Deus não deseja perdoar. As palavras de Jó são ousadas e desesperadas e ele fala sem entendimento.

O livro de Jó - parte 2

Primeira Parte: Preparação do Cenário


Lição 2: Prólogo (1:1- 3:26)

I. Introdução e provação de Jó (1:1 - 2:3)

A. O justo Jó (1:1-5)

1. Jó é apresentado como um homem de destacado caráter espiritual. Ele é descrito assim: aquele que era inculpável, reto, temia a Deus e repelia o mal.

2. Jó oferecia regularmente sacrifícios por seus filhos, caso algum deles tivesse "amaldiçoado a Deus."

a. A idéia de blasfêmia ou desafio a Deus é um pensamento demasiado forte para o significado desta frase. A palavra traduzida literalmente se refere à bênção que acompanhava a partida de um visitante (veja Gênesis 31:55; Josué 22:6).

b. Jó estava preocupado com que seus filhos pudessem ter se apartado de Deus em seus corações, isto é, esquecido Deus e sua presença no meio de suas vidas diárias.

3. Esta descrição de Jó é especialmente importante à luz de acusações posteriores pelos seus três amigos.

B. O rico Jó (1:1-5)

1. Jó era abençoado a ponto de ser a mais grandiosa de todas as pessoas do oriente.

2. Ele tinha dez filhos.

3. São as bênçãos de Jó que ressaltam sua futura pobreza e sofrimento.

C. Confrontação no céu (1:6-12; 2:1-6)

1. Na primeira confrontação de Satanás com Deus, Satanás acusa Jó de possuir uma piedade interesseira.

a. Satanás sustenta que se Jó for privado de suas bênçãos materiais, ele cessará de servir ao Senhor.

b. O Senhor concede a Satanás poder para retirar tudo o que Jó tem, mas impede-o de ferir a pessoa de Jó.

2. Na segunda confrontação, quando defrontado com a fidelidade de Jó, Satanás afirma que Jó renunciará ao Senhor uma vez que sua pessoa real tenha sido afetada.

3. Deve-se notar que:

a. Satanás não tem poder para afligir Jó, a menos que Deus lho permita.

b. Satanás, mesmo no seu desejo de tentar destruir, realmente serve aos propósitos de Deus.

D. A provação de Jó (1:13-22; 2:7-8)

1. Perda dos bens materiais.

2. Perda dos membros da família.

3. Perda da saúde.

a. Alguém poderia sugerir que a doença de Jó possa ter sido uma forma muito severa de lepra, também conhecida como elefantíase-dos-gregos. Esta é conhecida algumas vezes como lepra negra, porque a pele fica enegrecida.

b. Qualquer que fosse a doença, parece claro que Jó sofreu com ela durante algum tempo e que foi muito séria e penosa. Alguns dos seus sintomas e efeitos podem ser deduzidos das passagens seguintes: 2:7-8, 12; 3:24-25; 7:4-5, 13-15; 19:17, 20; 30:17-18, 30.

c. A "cinza" mencionada em 2:8 é uma referência ao lugar fora da cidade onde estrume e outros resíduos seriam descarregados e periodicamente queimados. É bem provável que Jó tenha escolhido seu lugar ali porque sua doença tornava-o indesejável na aldeia.

E. As reações da esposa de Jó e dos amigos (2:9-13)

1. Parece que a esposa de Jó não era uma nobre personagem como ele. Ela o adverte a "dizer adeus a Deus" e morrer (veja 1:5 para a mesma palavra).

2. Pode ser que o conselho da esposa de Jó também seja o resultado da idéia de que o sofrimento é totalmente por causa do pecado. Ela raciocina que uma vez que Jó está sofrendo enormemente, ele deve ter pecado imensamente e está separado de Deus. "Amaldiçoar a Deus" não pioraria sua relação, mas poderia trazer morte e alívio para seu sofrimento temporal!

3. Os três amigos de Jó chegaram e sentaram-se com ele na terra, e permaneceram em silêncio durante sete dias; um período de luto comum pelos mortos (Gênesis 50:10; 1 Samuel 31:13), e isto pode ser alguma indicação de seus sentimentos pela situação dele.

II. As palavras de Jó a respeito de si [o seu monólogo] (3:1-26)

A. Jó amaldiçoa o dia de seu nascimento (vs. 1-10). De maneiras variadas, ele deseja que nunca tivesse nascido.

B. Na segunda parte de seu discurso, Jó continua dizendo que se ele tinha que nascer, teria sido melhor se tivesse nascido morto (vs. 11-19). A morte é pintada como uma libertação das dificuldades desta vida.

C. Jó termina seu monólogo sugerindo que acolheria com prazer a morte, porém ela não vem (vs. 20-26).

O livro de Jó - parte 1

Primeira Parte:  (Allen Dvorak)
Preparação do Cenário


Lição 2: Prólogo (1:1- 3:26)

I. Introdução e provação de Jó (1:1 - 2:3)

A. O justo Jó (1:1-5)

1. Jó é apresentado como um homem de destacado caráter espiritual. Ele é descrito assim: aquele que era inculpável, reto, temia a Deus e repelia o mal.

2. Jó oferecia regularmente sacrifícios por seus filhos, caso algum deles tivesse "amaldiçoado a Deus."

a. A idéia de blasfêmia ou desafio a Deus é um pensamento demasiado forte para o significado desta frase. A palavra traduzida literalmente se refere à bênção que acompanhava a partida de um visitante (veja Gênesis 31:55; Josué 22:6).

b. Jó estava preocupado com que seus filhos pudessem ter se apartado de Deus em seus corações, isto é, esquecido Deus e sua presença no meio de suas vidas diárias.

3. Esta descrição de Jó é especialmente importante à luz de acusações posteriores pelos seus três amigos.

B. O rico Jó (1:1-5)

1. Jó era abençoado a ponto de ser a mais grandiosa de todas as pessoas do oriente.

2. Ele tinha dez filhos.

3. São as bênçãos de Jó que ressaltam sua futura pobreza e sofrimento.

C. Confrontação no céu (1:6-12; 2:1-6)

1. Na primeira confrontação de Satanás com Deus, Satanás acusa Jó de possuir uma piedade interesseira.

a. Satanás sustenta que se Jó for privado de suas bênçãos materiais, ele cessará de servir ao Senhor.

b. O Senhor concede a Satanás poder para retirar tudo o que Jó tem, mas impede-o de ferir a pessoa de Jó.

2. Na segunda confrontação, quando defrontado com a fidelidade de Jó, Satanás afirma que Jó renunciará ao Senhor uma vez que sua pessoa real tenha sido afetada.

3. Deve-se notar que:

a. Satanás não tem poder para afligir Jó, a menos que Deus lho permita.

b. Satanás, mesmo no seu desejo de tentar destruir, realmente serve aos propósitos de Deus.

D. A provação de Jó (1:13-22; 2:7-8)

1. Perda dos bens materiais.

2. Perda dos membros da família.

3. Perda da saúde.

a. Alguém poderia sugerir que a doença de Jó possa ter sido uma forma muito severa de lepra, também conhecida como elefantíase-dos-gregos. Esta é conhecida algumas vezes como lepra negra, porque a pele fica enegrecida.

b. Qualquer que fosse a doença, parece claro que Jó sofreu com ela durante algum tempo e que foi muito séria e penosa. Alguns dos seus sintomas e efeitos podem ser deduzidos das passagens seguintes: 2:7-8, 12; 3:24-25; 7:4-5, 13-15; 19:17, 20; 30:17-18, 30.

c. A "cinza" mencionada em 2:8 é uma referência ao lugar fora da cidade onde estrume e outros resíduos seriam descarregados e periodicamente queimados. É bem provável que Jó tenha escolhido seu lugar ali porque sua doença tornava-o indesejável na aldeia.

E. As reações da esposa de Jó e dos amigos (2:9-13)

1. Parece que a esposa de Jó não era uma nobre personagem como ele. Ela o adverte a "dizer adeus a Deus" e morrer (veja 1:5 para a mesma palavra).

2. Pode ser que o conselho da esposa de Jó também seja o resultado da idéia de que o sofrimento é totalmente por causa do pecado. Ela raciocina que uma vez que Jó está sofrendo enormemente, ele deve ter pecado imensamente e está separado de Deus. "Amaldiçoar a Deus" não pioraria sua relação, mas poderia trazer morte e alívio para seu sofrimento temporal!

3. Os três amigos de Jó chegaram e sentaram-se com ele na terra, e permaneceram em silêncio durante sete dias; um período de luto comum pelos mortos (Gênesis 50:10; 1 Samuel 31:13), e isto pode ser alguma indicação de seus sentimentos pela situação dele.

II. As palavras de Jó a respeito de si [o seu monólogo] (3:1-26)

A. Jó amaldiçoa o dia de seu nascimento (vs. 1-10). De maneiras variadas, ele deseja que nunca tivesse nascido.

B. Na segunda parte de seu discurso, Jó continua dizendo que se ele tinha que nascer, teria sido melhor se tivesse nascido morto (vs. 11-19). A morte é pintada como uma libertação das dificuldades desta vida.

C. Jó termina seu monólogo sugerindo que acolheria com prazer a morte, porém ela não vem (vs. 20-26).

O LIVRO DE DANIEL - Por Robert Harkrider

O Livro de Daniel
Preparado por Robert Harkrider
(Apostila de treze lições, um total de 50 páginas,
incluíndo a capa, em formato pdf pronto para
impressão em papel A4)


Esta edição brasileira foi traduzida do inglês por Arthur Nogueira Campos com permissão do autor.
Está sendo distribuída em apostila, com intenção de publicação como livro no futuro. O autor, Robert Harkrider,
retém todos os direitos. Nenhuma parte desta apostila pode ser reproduzida sem permissão escrita do autor.
Título original em inglês: Daniel: “God Rules in the Kingdoms of Men”, © Robert Harkrider, 1985
3ª edição brasileira publicada por Dennis Allan, C. P. 60804, São Paulo, SP, 05786-970
© Robert Harkrider, 2008 Direitos Reservados. Distribuição Gratuita. Venda Proibida.
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Introdução
1 - O livro de Daniel


Parte I:
Eventos Históricos, Daniel 1 - 6


2 - A prova de Daniel como cativo, Daniel 1


3- Daniel interpreta o sonho de Nabucodonosor sobre os reinos futuros, Daniel 2


 4 - A prova da fornalha ardente, Daniel 3


5 - O sonho de Nabucodonosor sobre o império de Deus, Daniel 4


6 - A festa de Belsazar e a queda de Babilônia, Daniel 5


7 - A prova da cova dos leões, Daniel 6


Parte II
Visões Apocalípticas, Daniel 7 - 12


8 - O sonho de Daniel sobre as quatro bestas, Daniel 7


9 - A visão de Daniel sobre o carneiro e o bode, Daniel 8


10 - A oração de Daniel e a visão das setenta semanas, Daniel 9


11 - A visão de Daniel dos últimos dias, Daniel 10


12 - O conflito entre os reinos dos homens, Daniel 11


13 - Os últimos dias, Daniel 12




O Livro de Daniel Completo