terça-feira, 31 de maio de 2011

ISLAMISMO NÃO CONSISTE EM AMOR?!

ESTE CURIOSO ARTIGO PUBLICADO NA REVISTA APOLOGÉTICA CRISTÃ, DENUNCIA A FALTA DE AMOR ATRAVÉS DO ISLAMISMO.

VALE A PENA ENTENDER

Como os muçulmanos devem tratar os cristãos segundo o islamismo

Especialista em mundo islâmico e autor da série


“Um olhar por trás do véu”,

Por Salim Almahdy
Queridos irmãos e irmãs, neste artigo estou lhes trazendo palavras do Alcorão, do Hadith e de alguns eruditos muçulmanos sobre como os cristãos devem ser tratados numa sociedade islâmica. Na medida em que forem lendo essas palavras, lembrem-se de orar por seus irmãos e se regozijem por saberem que a nossa cidadania está nos céus com o nosso Pai eterno.

Alá ordena que os muçulmanos aterrorizem os não muçulmanos em seu nome.
O que diz o Alcorão

“Eu instilarei terror nos corações dos infiéis, golpeai-os acima dos seus pescoços e arrancai todas as pontas dos seus dedos. Não fostes vós quem os matastes; foi Deus” (Sura 8:13-17).

“Imprimi terror [nos corações dos] inimigos de Deus e vossos inimigos” (Sura 8:60).

“Combatei-os [os não muçulmanos] e Deus os punirá através das vossas mão, cobri-os de vergonha” (Sura 9:14)

O que diz o Hadith – Ensinamentos de Maomé

Maomé também exige que os muçulmanos pratiquem a jihad, a guerra santa, que consiste em lutar contra os infiéis em nome de Alá. Infiel é qualquer pessoa que não confessa os dois credos do Islã: 1.) Não há outro Deus além de Alá; 2.) Maomé é o mensageiro de Alá.

Certa vez perguntaram a Maomé: “Qual a melhor coisa que um muçulmano pode fazer além de crer em Alá e no seu apóstolo?” Sua resposta foi: “Participar a jihad pela causa de Alá”.

Maomé também teria dito: “Eu recebi a ordem de lutar com as pessoas até que digam que ninguém tem o direito de ser adorado a não ser Alá e Maomé é o seu mensageiro, e que eles estabeleceram a oração e o pagamento do zakat (esmola obrigatória). Se elas fizerem isto, seu sangue e suas propriedades estão salvas de mim”.

As palavras “lutar” e “matar” aparecem no Alcorão com mais frequência que as palavras “oração” e “amor”.
O que dizem os historiadores

Os mais poderosos califas (seguidores de Maomé), que governaram a nação islâmica depois da morte de Maomé, foram Abu Bakr e Umar Ibn Khattab (conhecido como o Califa Justo). Os dois eram sogros de Maomé. Maomé costumava dizer: “Sigam o exemplo daqueles que vêm após mim, Abu Bakr e Umar”.

O Califa Justo defendia o seguinte, com a bênção de Maomé: “Um muçulmano não pode ser condenado à morte por tirar a vida de uma pessoa da aliança (cristão ou judeu), de um homem livre (que não é muçulmano), ou de um escravo.”

Ibn Timiyya escreveu: “Nada na lei de Maomé diz que o sangue do infiel é igual ao sangue do muçulmano, porque a fé é necessária para haver igualdade. As pessoas da aliança não creem em Maomé e no Islã, portanto, o seu sangue e o sangue do muçulmano não podem ser iguais (…) mas, um muçulmano livre deve morrer por tirar a vida de outro muçulmano livre, independentemente da raça”.

Não é permitido construir nem reformar igrejas, nem reconstruí-las se forem destruídas. Conforme citado por Ibn Hazm e Ibn Timiyya, e confirmado por todos os historiadores, quando Uma Ibn Al Khattab assinou o “tratado de paz” com os cristãos da Síria, ele ditou algumas condições que deveriam ser cumpridas pelos governadores muçulmanos de todos os países cristãos conquistados. Uma dessas condições era que os cristãos estavam proibidos de construir mosteiros e de reconstruir os que fossem destruídos, mesmo que fosse a cela de um monge.
• O “tratado de paz” também exigia que os cristãos dessem o seu assento a um muçulmano que quisesse sentar-se, e os proibia do seguinte:
• Impedir qualquer muçulmano de ficar nas suas igrejas por três dias, durante os quais eles deveriam oferecer comida e servir os muçulmanos;
• Imitar os muçulmanos em qualquer coisa, como as suas roupas, tiaras, turbantes ou o penteado dos seus cabelos;
• Montar um burro usando sela (cavalgar um burro usando sela é mais confortável, o que lembra certo tipo de riqueza e dignidade no Oriente Médio);
• Enterrar os seus mortos próximo de um muçulmano;
• Ler em voz alta nas igrejas;
• Prantear ruidosamente os seus mortos;
Assumir qualquer posição em que tenham qualquer autoridade sobre um muçulmano.

Após ter apresentado estas condições aos cristãos, disse-lhes enfaticamente: “Se qualquer cristão violar qualquer um destes termos, será permitido matá-lo”.
Exemplos de perseguição

Ibn Timiyya, um xeque muçulmano e mufti (juiz) dos muçulmanos, foi certa vez abordado com um pergunta. Um pastor cristão mora numa casa perto de um terreno onde existe uma igreja em ruínas e sem telhado. O pastor comprou o terreno e reformou a igreja para poder reunir o seu povo para orar. Ele pode fazer isto?

Ibn Timiyya respondeu que ele não tem o direito de fazer isto, porque os muçulmanos conquistaram esses lugares à força e as igrejas lhes pertencem, e de acordo com os eruditos muçulmanos elas podem ser destruídas.
Portanto, todos os que ajudaram o pastor devem ser punidos, e o seu sangue deve ser derramado e as suas propriedades confiscadas porque violaram os termos impostos aos cristãos.
No Egito, para construir uma igreja, os cristãos precisam de uma ordem assinada pelo Presidente do país. Se os cristãos precisarem renovar ou reformar uma igreja, precisam ter uma permissão assinada por um oficial da polícia secreta.
seus comandados para passar com um trator por cima dos dois únicos banheiros da igreja.
O pastor tinha reformado um dos banheiros sem a sua permissão, pois sabia que tal permissão jamais seria concedida. O Pastor “Samir”, do Egito, ficou preso por dois meses, porque um muçulmano informou que ele estava reformando a sua igreja, quando na verdade Samir estava reformando a sua casa.
A seguir, estão alguns exemplos de outros tipos de proibições para os não muçulmanos que vivem em países muçulmanos:
Os não muçulmanos não podem testemunhar sobre nenhum assunto nos tribunais;

O Ímã Al-Shaffi, em seu livro As ordenanças do Alcorão, diz: “Não é permitido o testemunho de uma pessoa da aliança (judeus e cristãos). A testemunha tem de ser alguém que pertença à nossa religião e precisa ser um homem livre, não um escravo. O testemunho é aceitável somente do nosso homem livre se ele pertencer à nossa religião”.
Todos os eruditos confirmam que porque Maomé disse não acreditar no povo do Livro , há certos empregos que os não muçulmanos não podem ter.
Ibn Timiyya narra o seguinte evento: “Khalid Ibn Al Walid (o famoso comandante militante que conquistou muitos países para os muçulmanos) escreveu a Umar Ibn Al Khattab dizendo:

- Temos, na Síria, um secretário cristão que está encarregado do recebimento dos impostos.

Umar respondeu-lhe: - Não o use. Khalid replicou: - Ele é indispensável e se nós não o usarmos como encarregado, o tesouro estará perdido.

Umar respondeu mais uma vez: - Não o use.
O cirurgião egípcio, Dr. Magdi Yacoub, declarou num programa de rádio que tinha de sair do Egito, pois, como cristão, ele não tinha permissão para estudar ginecologia nas universidades egípcias.

Os muçulmanos não permitem que os ginecologistas cristãos tratem das suas esposas.

Se um muçulmano abraçar o cristianismo, ele tem trinta dias para mudar de ideia e voltar ao islamismo; caso contrário, ele poderá ser morto por qualquer muçulmano, sem que este venha a ser considerado criminoso.
Na Arábia Saudita, nenhum cristão pode viajar próximo ou através de Meca, a cidade sagrada dos muçulmanos, para não “macular” a cidade.
O milagre em meio à perseguição

Apesar de tudo isso que os cristãos enfrentam nos países islâmicos, queridos irmãos e irmãs, a eles se aplica algo que as Escrituras disseram sobre os cativos hebreus no Egito Antigo: “Mas, quanto mais os afligiam, tanto mais se multiplicavam e tanto mais se espalhavam” (Êx 1.12). A cada ano, milhares vêm a Cristo nas nações islâmicas. Alegremo-nos com o novo nascimento em Cristo desses nossos irmãos!
Al Bukhari, Vol. 1, p.25.
Al Bukhari, Vol. 1, p.13.
Ibn Timiyya, Vol. 28, p.651.
Ibn Timiyya, Vol 14, p.85.
Ibn Hazm, Vol. 4, Parte 7, p.346.
Ibn Timiyya, Vol. 28, p. 654.
Ibn Timiyya, Vol. 28, p. 648.
Al-Shaffi. As ordenanças do Alcorão. Parte 2, p.142.
Sahih Al Bukhari, Parte 3, p.237.
Ibn Timiyya. Vol. 28, p. 644.

terça-feira, 3 de maio de 2011

CONSELHOS PARA CASAIS

CONSELHOS FAMILIARES-


PALESTRA MINISTRADA PELO PASTOR  - FRANCISCO HOGEDA


PARTE 01



PARTE 02


PARTE 03


PARTE 04

PARTE 05

sábado, 15 de janeiro de 2011

Tanta dor e sofrimento pode ensinar o homem a amar?



Depois de ver a notícia de tamanha tragédia que abateu a região serrana do rio de Janeiro, fico sensibilizado por saber que centenas de vidas foram ceifadas, pela fúria da Natureza.
Muitos podem se perguntar, o porquê de tanta tragédia, e alguns céticos, podem até mesmo dizer, como pode Deus, que o cristão serve, deixar acontecer tais calamidades.
Outros podem até mesmo dizer que tudo isto é apenas a causa natural do ciclo de vida do planeta. Na realidade a ciência assim pode mostrar que o nosso planeta pode estar passando por uma determinada fase de transformação, tal como já ocorrido a milhares, ou milhões de anos.
Alguns buscam um culpado para tudo isto, senão buscam ao menos um bode expiatório, para simplemente ter como dizer que talves tudo isto pudesse ser evitado.
Mas para nós cristãos, que dedicamos nossas vidas em servir ao Grande deus formador dos céus e da terra, podemos enfrentar tudo isto de forma natural. Sim pois temos a plena convicção de que Deus não é o responsável por tudo isto.
Quando Deus criou os céus e a terra Ele deixou o limite para todas as coisas, e em todo o sistema colocou suas leis e regras.
Deus criou o sol, para que iluminasse a terra, e para que este sol aquecesse a crosta terrestre, de forma que a vida humana, e todo tipo de vida biológica e animais e plantas, vivesse.
Casa tipo de vida necessita de uma porção de calor, ou de frio para continuar vivendo, Deus tudo formou numa cronologia tão bem estruturada para a própria natureza manter-se viva, ela precisa de tempos em tempos fazer uma renovação. No reino animal por exemplo, se algum tipo de animal, ou que seja um réptil, começa a desaparecer, certamente irá aumentar o número de suas presas. Como por exemplo o aumento de mosquitos e insetos nocivos, caso haja o desaparecimento de répteis e anfíbios.
Por outro lado se aumentar o número de anfíbios , pode até diminuir o número de insetos, mas acarretará alguma outra peste ou praga.
Com um grande número de gafanhotos, lavouras podem ser totalmente destruídas, e deixar a fome reinar para o ser humano.
A própria natureza provoca o seu controle, é uma regra geral que Deus estabeleceu.
O que vemos hoje pelas catástrofes hambientais, ocorridas no mundo todo nada mais é que a natureza em dores de parto, procurando se regenerar.
E esta regeneração, trazem consequencias graves para não só animais mas aos seres humanos.
Se observarmos as Escrituras Sagradas, poderemos encontrar respostas para tudo o que está acontecendo com o planeta terra.
Em tantos episódios contados na Biblia, Deus usou a força da natureza para punir os pecadores, cidades inteiras foram destruídas por causa de suas práticas pecaminosas, exemplificando Sodoma e Gomorra, e certamente as cidas adjacentes, pois haviam mais de 10 cidades naquele lugar, onde hoje conhecemos como Mar Morto. Ou quem não conhece a história do dilúvio, que varreu a humanidade existente naqueles tempos, e que somente oito almas foram salvas mediante a vontade de Deus? Mas o que vemos hoje, não podemos atribuir que seja Deus punindo o homem, ou cidades inteiras, países e nações, com catástrofes, por outro lado devemos também aceitar que tudo isto pode ser um aviso que já temos conhecimento através das escrituras.

acredito que Deus está chamando a atenção da humanidade, para o que está por vir, para que os que hoje apenas estão assistindo de camarote estas tragédias, num futuro não muito longe, poderá ter que enfrentar algo semelhante ou ainda pior.
Pela sua Palavra Deus promete uma morada eterna nos Céus, para aqueles que o amam e o servem em temor e reverência. Mas também adverte de que os incrédulos, os abomináveis, os pecadores, e todos quantos não amarem ao Senhor o seu fim será triste e mui doloroso.
Há certas mensagens ocultas, que se observarmos podemos entender. Por exemplo, diante das catástrofes, as pessoas tornam-se solidárias, dedicam várias horas e até dias para atender e ajudar as vítimas, milhares ou milhões de alguma forma fazem suas doações, de alimentos roupas e o que for possível. Nisto podemos dizer que através destas tragédias o ser humano está aprendendo a ser solidário e ajudar o seu próximo.
Talves esta é a forma que o homem pode aprender facilmente, em como amar o seu próximo, como ajudar a alguém, e entender que toda a vida está nas mãos de Deus.

A vida nos tempos de Jesus

COMO ERA A VIDA NOS TEMPOS DE JESUS? Este dois excelentes vídeos, muito bem explicado pelo autor, nos dá a entender como viviam os judeus...