sábado, 25 de abril de 2015

A vida nos tempos de Jesus

COMO ERA A VIDA NOS TEMPOS DE JESUS?
Este dois excelentes vídeos, muito bem explicado pelo autor, nos dá a entender como viviam os judeus naquele tempo.



domingo, 4 de janeiro de 2015

Nascimento da falsa igreja Cristã


este Documentário Mostra Como surgiu a falsa IGREJA CRISTÃ em roma, e Como foi a Verdadeira Igreja de Cristo subjugada Pelo Poder e luxuria.

Nos Vídeos Abaixo encontram-se OS Documentários completos. Importantes Para conhecermos Uma História ONDE PODEMOS vislumbrar o cumprimento das Profecias do Apocalipse.
DEPOIS da igreja cristã que começa a perseguir os verdadeiros cristãos. de forma ainda mais terrível satanás agora forma a sua própria igreja, e procura de todas as formas aniquilar a verdadeira igreja de Cristo.

domingo, 16 de novembro de 2014

sexta-feira, 11 de julho de 2014

"Exércitos Cristãos" Cruzadas anticristãos



Os exércitos cristãos
E, como se não bastasse, foram os papas que ordenaram as Cruzadas e, posteriormente, a colonização das "terras novas" e os massacres que se sucederam.
Mas vejamos em ordem. Primeiro, foram as tentativas de invadir a Palestina, o Líbano e a Síria, com o pretexto de libertar o Santo Sepulcro. Em Storici arabi alle crociate,5 Gabrieli reúne os testemunhos de vários cronistas medievais no Oriente Médio. Por meio dessas declarações, pudemos saber que, até depois da metade do século XII, ou seja, antes do começo das invasões dos franco-cruzados, milhares de cristãos visitavam livremente a Palestina e todos os lugares onde Jesus Cristo vivera e pregara. As Cruzadas foram um projeto criminoso em todos os aspectos, e, mal nos questionamos sobre a sucessão de fatos que levaram à Terra Santa turbas desenfreadas aos gritos de "Assim quer Deus!", finalmente vemos aflorar a real motivação da campanha que levou São Francisco a tal indignação a ponto de exclamar: "Vim converter os infiéis e descobri que os que precisam de fé e noção de piedade não são os guerreiros muçulmanos, mas os soldados de Cristo e, antes de mais nada, os bispos que os conduzem!".6 Além do mais, os "exércitos de Deus" talvez tenham matado mais cristãos do que infiéis. Os exércitos cristãos que se dirigiam à Palestina tinham um longo caminho a percorrer, sem provisões ou acampamentos organizados. Portanto, tinham como costume obter o que precisavam saqueando as cidades cristãs pelas quais passavam durante a viagem. Por exemplo, a famosa "Cruzada dos Mendigos", em 1096, que causou o massacre de quatro mil pessoas apenas na cidade húngara de Zemun.
No mesmo ano, o contingente guiado pelo nobre alemão Gottschalck trucidou mais de dez mil pessoas culpadas de terem-se deixado dominar pelos saques. Alguns homens partiram para as Cruzadas seguindo os passos de um pato! Estes devotos acabaram se unindo a uma Cruzada guiada por um ilustre salteador chamado Emich, que nunca chegou à Terra Santa, limitando-se a um tour durante o qual massacrou milhares de judeus, espoliando-os de seus bens.
Mas outros cruzados, que participaram de expedições seguintes, também decidiram se preparar para a guerra contra os infiéis muçulmanos começando a massacrar infiéis judeus desarmados. Em 1212, trinta mil meninos da Europa Central partiram para as Cruzadas sozinhos e sem armas. A maior parte desse "exército" embarcou em Marselha acreditando partir para libertar o Santo Sepulcro. Em vez disso, os garotos (pelo menos os que sobreviveram aos contratempos da viagem) foram vendidos aos turcos como escravos.
A Quarta Cruzada, realizada em 1202, operou uma pequena devastação e, em vez de ir até a Terra Santa, tomou de assalto a perfeitamente cristã Constantinopla, conquistada por meio de saques e do massacre da população. No final das contas, quem ganhou com as Cruzadas, com certeza, não foram os soldados e seus capitães, e sim os mercadores das Repúblicas Marítimas italianas e a Igreja de Roma.
A volta das Cruzadas também foi uma aventura trágica. Os cruzados muitas vezes tinham que entregar aos transportadores todo o fruto de seus saques e roubos.
Sabe-se, também, que os cruzados, até pela forma como eram recrutados, não eram brilhantes em termos de disciplina e organização. Seus acampamentos eram erguidos sem nenhum cuidado estrutural. Em poucas palavras, eles não tinham áreas de higiene, não existiam enfermarias nem médicos organizados, e a cada chuva as barracas eram inevitavelmente carregadas pelas águas misturadas à urina e ao estéreo. Resumindo: Deus não estava com eles e os castigou matando vários de cólera, infecção gastrointestinal e doenças venéreas locais e exóticas. A propósito, não podemos esquecer a grande quantidade de prostitutas que seguiam o exército. A isso acrescentemos o fato de que os cruzados não costumavam tomar mais do que dois banhos por ano e muitos fizeram a promessa de não tomar banho até a libertação do Santo Sepulcro.
Ignorando as leis alimentares dos povos que já viviam há anos naquele clima, enchiam-se de carnes de porco assada ou salgada e se embebedavam da manhã até a noite. O resultado foi que, às epidemias normais em voga, acrescentaram-se outras ainda mais devastadoras. Além disso, como já lembramos, os pobres coitados eram tratados por médicos e cirurgiões cuja ignorância só se igualava a seu fanatismo. O resultado era que ser ferido em batalha ou contrair uma doença grave garantia, depois do tratamento médico, a certeza da morte inevitável.
Sobre esse assunto, transcrevemos o comentário de um médico oriental cristão durante a consulta de um cavaleiro ferido e de uma mulher doente:
...Apresentaram-me um cavaleiro que tinha um abscesso em uma perna e uma dona aflita pelo definhamento. Fiz um emplastro no cavaleiro, e o abscesso abriu e melhorou; prescrevi uma dieta para a mulher, com pouco tempero. Quando eis que chegou um médico franco, que disse: "Esse aí não sabe curar ninguém". E, dirigindo-se ao cavaleiro, perguntou: "O que prefere, viver com uma só perna ou morrer com duas pernas?" Tendo este respondido que preferia viver com uma só perna, ordenou: "Tragam-me um cavaleiro corajoso e um machado afiado". Chegaram o cavaleiro e o machado, e eu estava ali presente. O médico colocou a perna sobre um pedaço de madeira e disse ao cavaleiro: "Desça-lhe uma machadada, para cortar de pronto!" E, diante de meus olhos, deu a primeira machadada e, não conseguindo arrancar a perna, deu a segunda; a medula da perna jorrou e o paciente morreu na hora. Após examinar a mulher, ele disse: "Essa aí tem o demônio na cabeça, apaixonado por ela. Cortem-lhe os cabelos",. Foram cortados, e ela voltou a comer o alimento deles, com alho e mostarda, e o definhamento aumentou. "O diabo entrou na cabeça dela", sentenciou ele, e pegou a navalha e abriu a cabeça dela em forma de cruz, extirpando o cérebro até aparecer o osso da cabeça, no qual esfregou sal... e a mulher morreu na mesma hora. Naquele momento, perguntei: "Ainda precisam de mim?" Responderam que não e fui embora, depois de aprender o que ignorava da medicina deles.7
Acrescente-se a isso o fato de que muitos cruzados eram aventureiros dispostos a entregar armas e provisões ao inimigo em troca de dinheiro, a vender a mulher para pagar dívidas de jogo, a trucidar companheiros para derrubá-los. Muitos foram obrigados a partir para a Palestina, mais do que por um rompante de fé, pela lâmina que pendia sobre suas cabeças junto com uma sentença de enforcamento.
E as suas não eram cabeças quaisquer. Muitas vezes, tratava-se de nobres falidos e ambiciosos que tinham como único objetivo a riqueza pessoal e que não se detinham diante a nenhuma torpeza desde que concretizassem seus intentos. Viram-se batalhas entre exércitos de cruzados rivais pela posse de uma cidade, alianças entre príncipes cristãos e emires turcos. Muitos nobres cruzados permitiram que seus companheiros de armas fossem trucidados sem levantar um dedo, por questões de rivalidade.
O modelo das cruzadas tinha feito escola. E, assim, quando o papa Inocêncio III decidiu deter a heresia catara e valdense, decretou em 1209 uma verdadeira cruzada no sul da França, que durou vinte anos e massacrou dezenas de milhares de pessoas. Os cátaros eram culpados de propagar uma vida comunitária pacífica e solidária, respeitando os ensinamentos de Jesus e recusando-se a reconhecer "o poder por vontade de Deus" da Igreja. O pontificado de Inocêncio III marca também o auge do poder temporal do papado. O papa passava a ser um soberano para todos os efeitos, e o Estado da Igreja torna-se uma verdadeira potência européia. Como todos os soberanos, o bispo de Roma possuía territórios e exércitos, declarava guerra e realizava alianças. Vários reinos se reconheciam como vassalos da Santa Sé e pagavam conspícuos tributos a Roma.
Além disso, o papa utilizava o próprio poder espiritual para orientar a política dos Estados a ele alinhados. Se um rei era excomungado, perdia automaticamente o direito de cobrar obediência dos súditos e vassalos. Pode-se concluir, assim, que os soberanos cristãos pensavam duas vezes antes de pisar no pé da Santa Sé. Em suma, o papado acolheu por completo a herança criminosa do Império Romano. Houve até um papa, Júlio II, que encomendou uma armadura para conduzir seus próprios exércitos nas batalhas.

Dois mil anos de crimes em nome do cristianismo!!!???



Acho que, em parte, devemos também ao cristianismo o fato de hoje o mundo parecer menos desumano, sádico e violento do que no passado.
Por dois mil anos, milhões de crentes tentaram de todas as maneiras testemunhar a palavra de paz e amor que Jesus pregava. Viam-se crentes nas cabeceiras dos doentes, recolhendo órfãos pelas ruas, curando os feridos depois das batalhas e saques.
Havia cristãos, como São Francisco, que davam casa e conforto aos que eram devorados pela lepra e comida a quem morria de fome. E muitos como ele atravessaram as linhas de frente das batalhas para promover a paz entre os exércitos. Existiam muitos fiéis que socorriam os sobreviventes das inundações, dos terremotos, das fomes. Havia ainda cristãos que tentavam impor um limite à brutalidade contra os escravos e servos da gleba oprimidos pelos possessores. Existiram cristãos que se expuseram abertamente a fim de obter a graça para um inocente condenado sem provas, apenas por fanatismo religioso.
Viram-se sacerdotes que construíram comunidades de índios e morreram com eles quando os conquistadores católicos decidiram que se agrupar em comunidades igualitárias e não pagar impostos constituía um crime contra Deus e a Coroa. Existiram sacerdotes que fundaram cooperativas e escolas para trabalhadores, que organizaram caixas de assistência mútua e ajudaram judeus e ciganos perseguidos a fugir... Mas essas pessoas, que por dois milênios contribuíram enormemente para melhorar a condição humana e civil dos mais fracos, raramente faziam parte dos vértices da Igreja.
Como aconteceu com todas as religiões do mundo que se tornaram "cultos do Estado", os centros de poder das principais igrejas cristãs foram conquistados por indivíduos inescrupulosos e maliciosos, dispostos a usar a fé e o misticismo com o único objetivo de obter riqueza e autoridade.
É claro que não se pode generalizar: existiram homens religiosos com grandes incumbências na esfera eclesiástica, que agiram com justiça e notável honestidade, e que sobretudo eram partidários — colocando em risco até mesmo a própria vida — do direito à dignidade e à sobrevivência dos pobres, golpeando, com palavras e atos concretos, "os ricos bem nutridos e poderosos, inimigos de Cristo e dos homens" (de uma homilia de Santo Ambrósio). Mas também é verdade que, por séculos, os papas continuaram vendendo os cargos religiosos a quem oferecia mais, e para ser ordenado bispo bastava pagar, não era necessário nem ser padre. Por dinheiro, Júlio II consagrou cardeal um rapazinho de 16 anos. Assim, no final das contas, muitos enganadores conseguiram até chegar a ser eleitos papas e macularam suas vidas com crimes horrendos.
O papa Woityla pediu perdão a Deus pelos pecados cometidos no passado por aqueles que representavam a ou pertenciam à Igreja. Mas, por maior que seja a lista dos atos nefastos cometidos, não podemos pretender que ela seja exaustiva.
Então, demo-nos o trabalho de reunir o maior número de documentos que produzam uma idéia menos vaga do "pecado" que maculou a Igreja. Ao realizar esta pesquisa, deparamo-nos com um quadro de traços chocantes, povoado com um número inacreditável de episódios por vezes grotescos, mas sempre trágicos.
As histórias que contaremos não se encontram em todos os livros. Ao contrário, os textos que narram esses fatos (salvo raras exceções) foram colocados no limbo por especialistas.
Mas por que embarcamos em tal aventura? Decerto, não por um anticlericalismo doentio. Hoje, até mesmo no clero inaugurou-se um debate muito fértil sobre a pesquisa histórica do percurso das religiões. Em toda parte, nascem grupos de fiéis que tentam pôr em prática a palavra de Jesus e constroem solidariedade, liberdade, paz, superando obstáculos que ainda se interpõem à criação de um mundo onde a vida anterior à morte também seja digna de ser vivida. Mas, para que essa renovação seja profícua, é indispensável mergulhar profundamente no clima histórico, político e religioso que determinou o sacrifício de tantos mártires, vítimas da parte corrupta e autoritária do clero, muitas vezes com o auxílio dos grupos no poder.
Aquela consciência e aquela cultura, capazes de impedir que tais horrores se repitam, só podem ser construídas por meio da análise e do discernimento da natureza e gravidade dos abusos.
Este livro é dedicado a todos os cristãos e aos homens de boa vontade das outras crenças. Também é dedicado aos ateus, que, exatamente por não acreditarem, têm a obrigação moral de possuir um profundo senso religioso da vida.
Jesus amava as mulheres
Jesus pregava o amor, a fraternidade e a piedade em uma época em que esses sentimentos muitas vezes eram considerados infames sinais de fraqueza. Os Evangelhos nos contam que, dentre seus mais estimados seguidores, na primeira fila estavam as mulheres. Os evangelistas também narram como Jesus desprezava a riqueza e condenava veementemente aqueles que tentavam fazer da fé uma mercadoria.
Esta filosofia rapidamente colocou os cristãos contra a cultura e os poderosos da época, e as perseguições logo começaram. Mas apenas três séculos após a crucificação do Messias, o cristianismo se tornou a religião oficial do Império Romano, o que significa que nenhum súdito podia professar outra crença, sob pena de cruel perseguição e, muitas vezes, o patíbulo.
Como é possível que o mesmo Império que crucificara Jesus tenha decidido que o cristianismo seria a religião do Estado apenas trezentos anos depois? É um salto abissal.
Para entender isso, é preciso analisar algumas características do Império Romano.
A escola encheu nossas cabeças de histórias sobre generais geniais e legisladores brilhantes. Mas Roma também era outra coisa. As mulheres eram consideradas animais de propriedade dos pais e maridos, que tinham o direito de bater nelas e matá-las. Uma mulher romana digna era aquela que, assediada por um malfeitor, tirava a própria vida. Não tanto para salvar a própria honra, mas para glorificar a do marido.
As crianças, na escola, conheciam bem o chicote e os professores tinham exemplares de várias formas e tamanhos pendurados na sala de aula.
Como acontece ainda hoje em alguns lugares do planeta, em Roma, também, os bebês recém-nascidos do sexo feminino muitas vezes eram sufocados ou abandonados. As recém-nascidas abandonadas com mais sorte, muitas vezes, eram pegas por vendedores de escravos, que as criavam e, aos 5 ou 6 anos, começavam a prostituí-las.
Júlio César não pode, no entanto, ser considerado o inventor do extermínio em massa — antes dele, conhecemos outros matadores extraordinários (hititas, assírios, babilônios) —, mas o divino Júlio com certeza pode ser eleito o aperfeiçoador emérito do genocídio organizado. Em De Bello Gallico, explica como organizou e lançou a horda de bandidos gauleses e germânicos contra o povo eburone, culpado de não querer se sujeitar ao Império, oferecendo aos criminosos asilo e proteção em seus acampamentos fortificados. O futuro imperador depois narra, com certo prazer, como conseguiu aplicar toda espécie de infâmias, traições e armadilhas, até eliminar definitivamente da face da Terra a raça dos eburones.1 Foi o primeiro comandante a matar todos os habitantes de uma cidade, incluindo crianças, para puni-los por ter resistido2 (Moisés, pelo menos, depois de conquistar a cidade de Madian, poupou as mulheres virgens).3
Por séculos, os romanos se divertiram vendo prisioneiros de guerra lutando entre si nos circos. Em um único mês, o imperador Diocleciano fez quarenta mil homens se matarem no Coliseu, mais de mil por dia, enquanto uma multidão exaltada bebia vinho misturado com mel e chumbo, fumava ópio, fazia negócios e copulava com prostitutas e prostitutos, na maioria pré-adolescentes. A quantidade de sangue e de órgãos esquartejados não os incomodava e em parte era coberta pelo fedor de vômito, já que os romanos, para continuar se enchendo de comida e bebida, tinham o hábito de enfiar dois dedos na garganta para vomitar o que acabavam de ingerir.
O cristianismo fora maltratado cruelmente e sofria havia mais de um século as perseguições do poder imperial. Os cristãos eram arrastados até as arenas, onde eram massacrados entre os gritos e as risadas de uma multidão de apaixonados pelo genocídio lúdico. Então, de repente, os perseguidores se tornam paladinos da Igreja. Teologia, rituais, interpretações do Evangelho são cuidadosamente transformados e adaptados à linguagem e ao pensamento do poder romano. O cristianismo não redime quem havia martirizado os primeiros cristãos, e sim se limita a servir a eles.
As histórias sobre as conversões dos imperadores quase sempre são feitos colossais. Constantino é aquele que adota o cristianismo como religião oficial do Império. O mesmo imperador que mandou matar o próprio filho, a mulher, o sogro e o cunhado. Reza a lenda que Jesus apareceu para ele e lhe prometeu vitória na batalha em troca da adoção do cristianismo como única religião do "mundo civilizado" e do uso do símbolo da cruz, alçado de forma triunfante na batalha. Naturalmente, nem todos os seguidores de Jesus concordaram com esse pacto, que implicava uma verdadeira renúncia aos valores cristãos fundamentais. E, então, um dos primeiros gestos cristãos de Constantino foi perseguir todos os cristãos que seguiam o Evangelho literalmente e, assim, forçosamente, estavam em conflito com os devotos do poder. Um sem-número deles foi morto, outros tantos acabaram no exílio, desprovidos de qualquer bem, outros foram reduzidos à escravidão.
continua 

o texto acima é parte do início do livro intitulado "o livro negro do cristianismo"
Este livro é inteiramente dedicado a mostrar desde o início do chamado cristianismo romano, de como os verdadeiros cristãos foram perseguidos por não concordarem com a fé de Roma.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Grande milagre Deus fez com minha netinha

Esta semana, é uma semana de dar glórias ao nosso Grande Deus.
no dia 24 de junho, as 3 horas da madrugada, domingo para segunda-feira, minha filha e seu esposo levaram a filhinha deles para o hospital. minha netinha  de 9 meses de idade, foi acometida pela catapora. Uma enfermidade viral que é muito comum em todos nós. Mas o organismo dela ficou muitíssimo debilitado.
então na terça feira eu fui junto a minha esposa para visitar a nossa netinha, e tal foi minha angustia ao ver aquela pequenina que todos os domingo vem para minha casa, e a pego no colo, ela é sorridente com todos em sua volta. mas naquela hora vi minha netinha no leito, inerte, com o corpo todo pipocado, todo inchado, com a respiração muito ofegante. No meu íntimo chorei, e percebi que iríamos perder aquela criança. as três horas da tarde voltei para casa, e meia hora depois recebi o telefonema de minha filha avisando que a criança estava sendo levada para a UTI. A angustia tomou conta de meu coração, e toda minha família. voltei imediatamente para o hospital, mas dali em diante não pude mais ver a minha netinha. No dia seguinte quarta feira Deus me fez saber de que precisava buscar um irmão do ministério para que ungisse a minha netinha. As 5:40 hrs. aproximadamente da tarde minha netinha foi ungida em acordo a Palavra do Senhor.
À noite a médica passou o diagnóstico completo da criança, minha outra filha estava acompanhando a mãe da criança. e ouviu com grande pesar, que naquele dia o quadro clinico da criança teve uma piora, os rins pararam de funcionar, os pulmões já estavam paralisando e devido ao grande inchaço no corpo dela o coração estava sofrendo para continuar batendo. uma tomografia revelou que o sistema nervoso central da criança já estava comprometido, e que dali por diante haveria a paralisação múltipla dos demais órgãos. Segundo a médica que falou abertamente para minhas duas filhas era que somente um milagre poderia salvar minha netinha, e que mesmo que ela sobrevivesse, haveriam sequelas que no momento não poderiam ser avaliadas, e que minha netinha sobrevivendo deveria passar a fazer hemodiálise, e ter algum problema cerebral. Buscamos a presença de Deus em oração, pedimos oração a todos quantos podíamos sabendo que servem a Deus, a Igreja estava orando ao senhor por esta grande provação. Os médicos a levaram para a sala de cirurgia para colocar um cateter na artéria femural para aplicar os medicamentos, cerca de 6 frascos com medicamentos estavam colocados naquele cateter. Deus nos revestiu de muita fé, e confiamos totalmente de que deus haveria de levantar aquela criança e restaurar a sua saúde.
na quinta feira o quadro se mostrou estável, mas foi no terceiro dia após a unção é que minha netinha começou reagir, os pulmões voltaram a funcionar e o oxigênio que estava sendo monitorado pela máquina, de 100% foi baixado para 80, a noute para 70. Na sexta-feira, ela já estava respirando bem, e baixaram o oxigênio para 25%. A recuperação dela foi muito rápida, ficou na UTI 5 dias consecutivos. O milagre Deus fez, Minha netinha, saiu da UTI, respirando normalmente, e com a boa notícia os rins voltaram a funcionar normalmente. Foi retirada toda a tubulação e levada para o quarto. Assim com este milagre que deus operou minha netinha recebeu alta nesta segunda-feira dia 08 de julho. Não corre mais nenhum perigo, etá com a saúde restabelecida e os novos exames mostraram que nenhuma sequela ficou. Glória ao Nosso deus e ao Senhor Jesus Cristo que houve a oração do seu povo. E a Palavra que enviou para falar com meu genro o pai de minha netinha foi esta. O Choro pode durar a noite toda, mas a alegria vem pela manha.

Decidi escrever aqui este testemunho para que todo aquele que o ler, possa também glorificar a Deus, porque Ele é bom e sua misericórdia dura para sempre.

amém

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

HOMEM OU ABUTRE- QUEM É O PIOR?


por sua fotografia perturbadora de uma criança sudanesa sendo perseguida por um abutre, Nesse mesmo ano, Kevin Carter suicidou-se.


Em 94 o fotógrafo Kevin Carter recebeu o premio Pulitzer, a melhor fotografia daquele ano. Mas após isto foi questionado de várias maneiras, por não somente pessoas, mas jornais e revistas.
O que ele fez, ou poderia ter feito para salvar aquela criança.
Pacientemente o urubu observa a criança rastejando-se em alguma direção. De outro lado o intéprido fotógrafo, acostumado por cobrir eventos na Africa, pacientemente observa também a criança a rastejar-se, e também o urubu a olhar a criança.
O urubu esperava que a criança parasse de rastejar, sinal de que certamente estaria morta, enquanto que o fotógrafo esperava apenas o momento certo, o melhor foco, a luz oportuna, o momento de apertar um botão com o dedo indicador. Este momento durou cerca de 20 minutos. Ali estava um homem vestido, e aparelhado para o seu trabalho. Acostumado por ver os reveses da vida de outros. Em sua mente nada passou além de registrar aquele momento e publicar a foto em uma primeira página do jornal. Ali estava o homem, ser humano proficcional, longe estava de se apresentar naquele instante o ser humano "HUMANO". Este segundo ser humano só apareceu meses mais tarde quando ganhou o premio da melhor fotografia, pois então críticos, ou até mesmo seres HUMANOS lhe questionaram a sua atitude diante de um quadro tão dramático e incontestável da miséria humana.
A fome não é maior miséria de um povo ou do sêr humano. A maior miséria do homem é lhe faltar o verdadeiro amor pelo seu próximo, pelo seu semelhante. Um homem que certamente naquele local encontrava-se com um veículo, tinha certamente em uma mochila alguma garrafa de água, um lanche, talves biscoitos. Mas nem sequer pensou na possibilidade de dividir com aquela vítima indefesa. Tentou explicar, como por exemplo que uma ação de tal modo não iria adiantar em nada, não salvaria a criança. Aí então o homem torna-se juiz do improvável. Torna-se também um condenador. Se aquela criança tinha ou não condições de ser salva da morte, não importa, o que importa é que não lhe deram chance alguma de ser salva. alguns quilometros dali havia um campo de alimentos da ONU. Poder-se-ia ter levado a criança até lá, onde pessoas qualificadas, médicos, enfermeiras, etc... certamente fariam o que estivesse ao seu alcance para salvar a criança.
Estender a mão para um necessitado não é tão caro, nem tampouco nos empobrecerá.

Vamos olhar ao nosso redor e dar importância aos necessitados.
Deixemos do egoismo, pois se olharmos para nós mesmos fechamos o coração para toda a bondade que podemos dar e receber.



quarta-feira, 4 de julho de 2012

O TEMPLO DE JERUSALÉM

Templo de Salomão

9:25Salomão pôs em execução sabiamente o plano tão longamente acariciado por Davi, de construir um templo ao Senhor. Durante sete anos Jerusalém esteve repleta de ocupados obreiros, empenhados em aplainar o local escolhido, abrir as grandes valas, assentar os amplos fundamentos – “grandes pedras, pedras de boa qualidade, para deitar a fundação da casa com pedras lavradas” M’lakhim Alef 05:31/I Reis 5:17 (a partir deste texto bíblico as citações serão da Bíblia Judaica Completa, BJC), talhar os pesados troncos vindos das florestas do Líbano, erguer o magnificente santuário.

Simultaneamente com a preparação da madeira e pedra, em cuja tarefa muitos milhares estavam aplicando suas energias, a manufatura do mobiliário para o templo ia progredindo constantemente, sob a liderança de Hirão, de Tiro, “um homem de pericia e entendimento, …” Ele é perito no trabalho com ouro, prata, bronze, ferro, pedra e madeira, bem como púrpura e materiais tingidos de azul, linho fino e carmesim”. Divrei-Hayamim Bet 02:12 a 14/II Crôn. 2:13 e 14.

Assim, à medida que o edifício sobre o Monte Moriá ia sendo silenciosamente erguido com pedras preparadas, “de tal maneira preparadas que nem o martelo, nem a talhadeira, nem qualquer outra ferramenta de ferro foi ouvida na casa enquanto esta estava sendo construída.” M’lakhim Alef 06:07/I Reis 6:7, os belos utensílios eram trabalhados conforme os modelos entregues por Davi a seu filho – “todos os objetos que estavam dentro da casa de Deus”.Divrei-Hayamim Bet 04:19/II Crôn. 4:19. Eles compreendiam o altar de incenso, a mesa dos pães da proposição, o castiçal com as lâmpadas, os vasos e instrumentos relacionados com a ministração dos sacerdotes no lugar santo – tudo “de ouro, de ouro solido”. Divrei-Hayamim Bet 04:21/II Crôn. 4:21. O mobiliário de bronze – o altar de ofertas queimadas, o grande lavatório sobre doze bois, as pias de menor tamanho, com muitos outros vasos – “na planicie do Yarden, casa de Adonai eram de bronze brilhante”.Divrei-Hayamim Bet 04:17/II Crôn. 4:17. Esse mobiliário foi provido em abundância, para que não houvesse falta.



De inexcedível beleza e inigualável esplendor era o régio edifício que Salomão e seus homens construíram a Deus e ao Seu culto. Guarnecido de pedras preciosas, circundado por espaçosos átrios com magnificentes vias de acesso, revestido de cedro lavrado e ouro polido, a estrutura do templo, com suas cortinas bordadas e rico mobiliário, era apropriado emblema da igreja viva de Deus na Terra, a qual tem sido edificada através dos séculos segundo o modelo divino, com material que se tem comparado ao “ouro, prata e pedras preciosas”, “lavradas como colunas de um palácio”. … Afinal o templo planejado pelo rei Davi e construído por seu filho Salomão estava concluído. “Assim, Shlomoh terminou a casa de Adonai e o palácio real. tudo o que Shlomoh tinha posto em seu coração para fazer na casa de Adonai e em seu palácio, ele realizou com sucesso.” Divrei-Hayamin Bet 07:77 II Crôn. 7:11. E agora, para que o palácio que coroava as elevações do Monte Moriá pudesse ser, sem dúvida, como Davi havia desejado, um lugar de habitação não “para humanos, mas para Adonai, Deus” Divrei-Hayamim 29:01/I Crôn. 29:1, restava a solene cerimônia da dedicação formal a Jeová e Seu culto.


O local em que o templo fora construído era, havia muito, considerado sagrado. Foi ali que Abraão, o pai dos fiéis, revelara sua disposição de sacrificar seu único filho, em obediência à ordem de Jeová. Ali renovara Deus com Abraão o concerto de bênção, que incluía a gloriosa promessa messiânica feita à espécie humana, de libertamento por meio do sacrifício do Filho do Altíssimo. Foi ali que, quando Davi ofereceu sacrifícios queimados e ofertas pacíficas para deter a espada punitiva do anjo destruidor, Deus lhe respondeu com fogo enviado do Céu. Divrei-Hayamim Alef 21/I Crôn. 21. E agora os adoradores de Jeová mais uma vez ali estavam, para encontrar-se com seu Deus e renovar-Lhe os votos de fidelidade.
O tempo escolhido para a dedicação fora o mais favorável – o sétimo mês, quando o povo de todas as partes do reino estava acostumado a reunir-se em Jerusalém para celebrar a Festa dos Tabernáculos (Sukot). Esta festa era preeminentemente uma ocasião de regozijo. Os labores da colheita haviam findado, as atividades do novo ano ainda não começara, o povo estava livre de cuidados e podia abandonar-se às influências sagradas, jubilosas do momento.

No tempo indicado, as tribos de Israel, com representantes de muitas nações estrangeiras ricamente vestidos, reuniram-se nos átrios do templo. A cena era de esplendor incomum. Salomão, com os anciãos de Israel, e os mais influentes homens dentre o povo, retornaram de outra parte da cidade, de onde haviam trazido a arca do testamento. Do santuário nos altos de Gibeom tinha sido transferida a antiga “tenda do encontro e todos os utensílios sagrados que estavam na tenda…” Divrei-Hayamim Bet 05:05/II Crôn. 5:5); e esses queridos relicários das mais remotas experiências dos filhos de Israel durante seu vaguear no deserto e a conquista de Canaã, encontravam agora uma morada permanente no esplêndido edifício que fora construído para ocupar o lugar da estrutura portátil.

Levando ao templo a arca sagrada que continha as duas tábuas de pedra em que, pelo dedo de Deus, haviam sido escritos os preceitos do decálogo, Salomão seguira o exemplo de seu pai Davi. A cada seis passos oferecia sacrifícios; e com canto e música e com grande cerimônia, “os kohanim levaram a arca da aliança de Adonai para o seu lugar, dentro do santuário da casa, para o Lugar Especialmente Sagrado, debaixo das asas dos K’ruvim”.Divrei-Hayamim Bet 05:7/II Crôn. 5:7. Ao penetrarem no interior do santuário, tomaram os lugares que lhes eram designados. Os cantores – levitas vestidos de linho branco, com címbalos, e com alaúdes, e com harpas – permaneceram de pé para o oriente do altar, e com eles até cento e vinte sacerdotes que tocavam as trombetas. Divrei-Hayamim Bet 05:12/II Crôn. 5:12.
“Então, quando os que tocavam trombetas e os cantores tocavam em uníssono, para serem ouvidos louvando harmoniosamente e dando graças a Adonai, e levantavam suas vozes juntamente com as trombetas e os cantores tocavam em uníssono, para serem ouvidos louvando harmoniosamente e dando graças a Adonai, e levantavam suas vozes juntamente com as trombetas, címbalos e os outros instrumentos musicais para louvar a Adonai…”porque ele é bom, porque sua graça dura para sempre” – então, a casa, a casa de Adonai, foi completamente tomada por uma nuvem, de tal forma que, por causa da nuvem, os kohanim não podiam ficar em pé para fazer o seu serviço, pois a glória de Adonai encheu a casa de Deus ” Divrei-Hayamim Bet 05:13 e 14/II Crôn. 5:13 e 14.

Compreendendo o significado desta nuvem, Salomão declarou: “Adonai, declaraste que habitarias em densa escuridão. Todavia, tenho construído para ti uma casa magnifica, um lugar onde podes viver para sempre”.” Divrei-Hayamim Bet 06:01 e 02/II Crôn. 6:1 e 2.



“Adonai é Rei; tremam todos os povos.

Está entronizado sobre os k’ruvim; abale-se a terra!

Adonai é grande em Tziyon; é exaltado acima de todos os povos.

Louvem seu grande e temido nome (ele é santo)…

Exaltem Adonai, nosso Deus!

Prostrem-se a seus pés (ele é santo)” Sal. 99:1-5.

“…Shlomoh tinha feito uma plataforma de bronze de 2,25 metros de comprimento, 2,25 metros de largura e 1,35 metro de altura e tinha colocado no meio do pátio. Ele ficou sobre ela e, então, ajoelhou-se diante de toda a congregação, estendeu as mãos para o céu…toda congregação de Yisra’el se levantou” Divrei-Hayamim Bet 06:13 e 3/II Crôn. 6:13 e 3.

“Bendito seja Adonai, o Deus de Yisra’el, que falou a meu pai, David, com sua boca e cumpriu sua promessa com sua mão…agora, porém, escolhi Yerushalayim, para que meu nome esteja ali. e escolhi a David para estar sobre o meu povo, Yisra’el.” Divrei-Hayamim Bet 06:04 e 06/II Crôn. 6:4 e 6.

Salomão pôs-se então de joelhos na plataforma, e aos ouvidos de todo o povo ofereceu a oração dedicatória. Levantando as mãos para o céu, enquanto a congregação permanecia ajoelhada com a face para o chão, o rei suplicou: “Adonai, Deus de Yisra’el, não há Deus como tu, no céu e na terra. Tu guardas a aliança feita com teus servos e mostras graça para com eles, que vivem na tua presença com todo o seu coração”.

“Na verdade, porém, pode Deus viver com seres humanos na terra? Porque, se o próprio céu e a própria terra não te podem conter, menos ainda te poderá conter esta casa que eu construí! Ainda assim Adonai, meu Deus ,dá atenção à oração e à súplica do teu servo, ouve o clamor e a oração que o teu servo derrama diante de ti, e que os teus olhos estejam abertos para esta casa dia e noite – para o lugar onde tu disseste que porias o teu nome – para ouvir a oração que o teu servo fará voltado para este lugar. sim, ouve as súplicas do ter servo e também do teu povo, Yisra’el, quando eles orarem voltados para este lugar. ouve de onde vives, do céu; e, quando ouvires, perdoa!…

“Se o teu povo, Yisra’el, pecar contra ti e, em consequência, for derrotado por um inimigo, então, se ele se voltar para ti, reconhecendo o teu nome, orar e suplicar a ti nesta casa, ouve do céu, perdoa o pecado do teu povo, Yisra’el, e traze-o de volta à terra que tu deste a eles e aos seus antepassados. Quando eles pecarem contra ti, e em conseqüência o céu se fechar, de forma que não chova, então, se eles orarem voltados para este lugar, confessando o teu nome, e se desviarem de seu pecado quando tu os tiveres humilhado; ouve no céu, perdoa o pecado dos teus servos e do teu povo, Yisra’el – já que tu continuas ensinando a eles o bom caminho pelo qual devem viver – e envia a chuva sobre à tua terra, a qual tu tens dado ao teu povo como herança.

“Se houver fome na terra, ou ferrugem, tempestade de vento, mofo, gafanhotos ou vermes devastadores; ou se seus inimigos os cercarem em qualquer uma de suas cidades – não importa o tipo de praga ou doença que seja, então independentemente da oração ou do pedido que qualquer um dentre todo o teu povo, Yisra’el, fizer – pois cada individuo conhecerá a própria praga e a própria dor – e a pessoa estender suas mãos para esta casa, então ouve do céu onde tu vives e perdoa; também, já que tu conheces o que está no cortação de cada um, dá a cada pessoa aquilo a que sua conduta faz jus (porque tu, e somente tu, conheces o coração do homem), para que eles temam a ti e assim vivam de acordo com os teus caminhos por todo o tempo que viverem na terra que tu deste aos nossos antepassados.

“Também ao estrangeiro que não pertence ao teu povo, Yisra’el – quando ele vier de um país distante por causa de tua grande fama, de tua poderosa mão e de teu braço estendido, quando ele vier e orar voltado para esta casa, então ouve do céu, onde tu vives, e age de acordo contudo aquilo pelo que o estrangeiro estiver clamando a ti, para que todos os povos da terra conheçam o teu nome e tema a ti, como faz o teu povo, Yisra’el, e assim eles saibam que esta casa que eu construí traz o teu nome.

Se o teu povo sair para lutar contra seus inimigos, não importa por que caminho tu os envies, e eles orarem a ti voltados para a cidade que tu escolheste e para a casa que eu construí para o teu nome, então, do céu, ouve a sua oração e a súplica, e defende a sua causa….” Divrei-Hayamim Bet 06:14 a 34 II Crôn. 6:14-34…

“Quando Shlomoh acabou de orar, desceu fogo do céu e consumiu a oferta queimada e os sacrifícios, e a glória de Adonai encheu a casa, de forma que os kohanim não podiam entrar na casa de Adonai; porque a glória de Adonai estava sobre a casa; eles se prostraram com o rosto em terra, no solo; e, prostrando-se, deram graças a Adonai,”porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre”.

Então o rei e o povo ofereceram sacrifícios perante o Senhor. “o rei e todo o povo fizeram a dedicação da casa de Deus.” Divrei-Hayamim Bet 07:01 a 05/II Crôn. 7:1-5. Durante sete dias as multidões de todas as partes do reino, “desde a entrada de Hamat até o vádi (do Egito).”, “uma mui grande congregação” celebrou uma jubilosa festa. Então, no vigésimo terceiro dia do sétimo mês, ele despediu o povo para suas tendas, cheios de regozijo e júbilo no coração por toda a bondade que Adonai tinha mostrado a David, a Sholomoh e a todo o Yisra’el, seu povo.” Divrei-Hayamim Bet 07:08 e 10/II Crôn. 7:8 e 10.

O rei havia feito o que estava em suas forças para encorajar o povo a render-se inteiramente a Deus e Seu serviço, e a magnificar Seu santo nome. E agora uma vez mais, como no início de seu reinado em Gibeom, ao rei de Israel fora dada evidência da divina aceitação e bênção. Numa visão noturna, o Senhor lhe apareceu com a mensagem: “Eu ouvi a sua oração e escolhi este lugar para mim, como casa de sacrifico. Se eu fechar o céu, de modo que não haja chuva; ou se eu ordenar aos gafanhotos que devorem a terra; ou se eu enviar uma epidemia de doenças entre meu povo; e então, se meu povo, que leva o meu nome, se humilhar, orar e buscar o meu rosto e se converter dos seus maus caminhos, eu ouvirei do céu, perdoarei o seu pecado e sararei a sua terra. Agora os meus olhos estarão abertos, e meus ouvidos estarão atentos à oração feita neste lugar. Pois agora escolhi e consagrei esta casa, de forma que meu nome possa estar nela para sempre; meus olhos e meu coração estarão sempre nela..” Divrei-Hayamim Bet 07:12 a 14/II Crôn. 7:12-16.

Tivesse Israel permanecido leal a Deus e este glorioso edifício teria permanecido para sempre, como perpétuo sinal de especial favor de Deus a Seu povo escolhido. “E aos filhos dos estrangeiros”, declarou Deus, “que se unem a Adonai a fim de lhe servir, e amam o nome de Adonai, e são seus servos, todos os que guardam o shabbat e não o profanam, e se apegam à minha aliança, eu os trarei ao meu santo monte e os farei alegres na minha casa de oração; suas ofertas queimadas e sacrifícios serão aceitos em meu altar; pois minha casa será chamada casa de oração para todos os povos.” Yesha’yahu 56:06 e 07/ Isa. 56:6 e 7…

Fonte:http://herancajudaica.wordpress.com



quinta-feira, 7 de junho de 2012

LIMINAR FEDERAL PROIBE FISCALIZAÇÃO DA OMB EM IGREJAS



De olho no faturamento de que poderia ter, exigindo que músicos das diversas igrejas evangélicas em São Paulo, e futuramente no Brasil todo, a ORDEM DOS MÚSICOS DO BRASIL, lançou uma ferrenha fiscalização em algumas igrejas evangélicas, inclusive  interferindo em suas realizações religiosas, ameaçando multar músicos e igrejas por não estarem devidamente inscritos e registrados na OMB.

Em junho de 2009, na Sede Mundial da  Igreja Deus é Amor, a banda que participava dos cultos foi surpreendida por uma fiscal da OMB, que impediu, mediante uma série de ameaças, que os músicos e a orquestra amadora executassem o repertório musical. A Igreja dirigiu-se ao Conselho Regional da OMB em São Paulo e não foi autuada em virtude da apresentação.


Entretanto, a Igreja foi novamente ameaçada de que, caso insistisse na apresentação musical em suas instalações por músicos não credenciados perante a OMB, seria multada. A Igreja ainda foi incumbida de fiscalizar se os cantores e músicos estavam ou não associados na OMB. O mandado de segurança foi julgado procedente pela Justiça.

Mais uma vez o diabo incitou um de seus instrumentos humanos para tentar contra o povo de Deus, mas saiu vencido. Ao meu ver tanto o diabo como seus acsseclas uzados por ele, não tem ciência nem conhecimento das leis que regem cada nação. Isto faz parte dele mesmo, pois sempre tentou burlar as leis desde o princípio, mas graças ao bom Deus, existem leis que foram criadas para proteger o povo de Deus.


Segundo o MPF tal ação fere a Constituição Federal.
Abaixo pode-se acessar a definição pela Liminar ACP Ordem dos Músicos Liminar em ação civil pública movida pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal em São Paulo, determinando que o Conselho Federal da Ordem dos Músicos do Brasil deixe de praticar qualquer ato que impeça ou atrapalhe a realização de eventos musicais religiosos em templos, igrejas e ambientes de natureza religiosa.

ACP 0018373-44.2010.403.6100 def. liminar_1.pdf — PDF document, 1036Kb


Lembrando de que já tentaram em anos passados impedir de que pregadores sem cursos teológicos em seminários ou faculdades possam pregar a Palavra de Deus nas igrejas.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

BIBLIA CORRIGIDA E FIEL- POR ALMEIDA

BIBLIA POR JOÃO FERREIRA DE ALMEIDA
CORRIGIDA E FIEL

ESTA VERSÃO DA BIBLIA CORRIGIDA E FIEL, CONSTAM PALAVRAS QUE FORAM SUPRIMIDAS NA REVISTA E CORRIGIDA.

E QUE FAZEM MUITA FALTA PARA INTERPRETAÇÕES DE ALGUNS TEXTOS.




DISPONÍVEL PARA BAIXAR NO LINK A SEGUIR - GRATUITAMENTE

http://www.baptistlink.com/creationists/acf/indexacf.htm



quinta-feira, 27 de outubro de 2011

AS CONSEQUENCIAS DO PECADO NA VIDA DO HOMEM DE DEUS - Parte II

Leia a I parte


II parte

Falemos primeiramente das boas coisas, das virtudes de Davi.
Mesmo perseguido por Saul não se deixou levar pela sede de vingança.
Davi deixou tudo acontecer conforme Deus permitia, sabia e confiava que tudo tinha um propósito por Deus.
ele foi levado ao perigo, através das artimanhas de Saul. Saul o considerava como inimigo seu. Davi sabia que Saul era seu inimigo, mas certamente não desejava ser inimigo de Saul.Mical filha de Saul foi dada por mulher à Davi, e como dote Saul usando de astúcia, pediu para davi 200 prepúcios de filisteus. Saul achava que Davi iria morrer nas mãos dos Filisteus. Mas não aconteceu, antes Davi derrotou os filisteus e trouxe até Saul os 200 prepúcios de filisteus. Poderíamos dizer que Davi não deveria ter feito aquilo, pagar o dote de uma mulher com derramamento de sangue. Mas Davi o fez,e assim começou a trajetória de um rei com as mãos cheias de sangue. Por isto é que Deus não deixou mais tarde Davi edificar o templo. Davi tornou-se um homem sanguinário, lutava lado a lado de seus soldados, sempre estava à frente de qualquer batalha. O ódio de saul foi só aumentando contra Davi. Devido a perseguição de Saul, Davi foi obrigado a sair fora das fronteiras de Israel, foi para gate, terra dos filisteus. Lá para não ser reconhecido e morto fingiu-se de louco, a ponto de que o rei de Gate duvidou de que aquele seia Davi. Saiu dali e escondeu-se na caverna de Adulão. Sabendo onde Davi estava, todo homem que se achava com algum problema em Israel, individado, ou aperto qualquer, foi ao encontro de Davi, inclusive a sua familia. Vejamos bem que Jessé tinha propriedades, rebanhos e os irmãos de Davi estavam nas fileiras do exército de Saul. Devido ao ódio de Saul empreendido contra Davi, a perseguição não ficou somente à Davi. Saul perseguiu também a sua familia. Ajuntaram-se à Davi cerca de 400 homens. Um pequeno exército, mas um exército de homens dispostos a lutar contra a loucura de Saul. Davi levou seu pai e sua mãe para a terra dos moabitas. ali seus pais estariam seguros e livres das mãos de Saul. por este episódio podemos ver claramente que Saul empreendeu perseguição à familia de Davi, pois certamente achava que se não podia matar Davi, mataria toda a sua familia. Perseguindo inocentes, e isto é praxe de homens covardes, que não suportam as suas falhas ao tentar por as mãos naquele que perseguem.Utilizam das mais vis covardias a ponto de matarem uma cidade inteira inclusive crianças e mulheres. Comprovadamente podemos citar I Samuel 22: Não suficiente, o ódio de Saul transformou-se em loucura, pois o espírito que o atormentava certamente o levava a praticar tudo aquilo. Não satisfeito, Saul tendo conhecimento de que Aimeleque o sacerdote que acudiu Davi e seus soldados, lhe dando pão. Vale a pena lembrar que o sacerdote Aimeleque tomou dos pães da proposição e os deu a Davi. sobre estes pães tomamos conhecimento no Cap 24 de Levíticos- Somente os sacerdotes poderiam comer aqueles pães. Mas eles eram considerados santíssimos depois de serem consagrados.Há quem diga que aqueles pães eram santificados, e por isto é que Aimeleque e os demais sacerdotes foram mortos por Saul. Os sacerdotes não foram culpados deste pecado. Saul cego pelo ódio empreendeu também perseguição aos sacerdotes, e os matou inclusive todos que moravam na cidade dos sacerdotes. há porém um fato curioso, de que quando Saul ordenou aos soldados de sua guarda para matarem o sacerdotes estes se recusaram, mas havia entre eles o edomeu chamado Doegue este mesmo que contara a Saul que Davi esteve com o sacerdote. Doegue era servo de Saul era chefe dos pastores. Doegue foi quem matou ao fio da espada os sacerdotes e todos os habitantes da cidade de Nobe.Doegue não sendo israelita, não temia ao Senhor, nem tampouco Conhecia a Lei. Lendo o cap 22 de I Samuel, vemos que também até as crianças e mulheres foram mortas. Um ato brutal e covarde que me leva a lembrar de outro fato parecido, que ocorreu cerca de 1020 anos mais tarde aproximadamente. Isto quando Herodes rei de Israel, perseguiu o menino Jesus, e intentando matá-lo, mandou que matassem todos os meninos de 2 anos para baixo. Não é porventura, um ato doentio e covarde? Mas retomando a história de Davi, que perseguido por Saul caminha pelo deserto de Zife. Onde Davi livrou Queila das mãos dos filisteus. mas Davi não pode permanecer ali, pois em consulta ao Senhor através de Abiatar, sacerdote, Deus lhe mostrara que se Saul ali viesse, a cidade o entregaria nas mãos de Saul. Partiu então para o deserto de En-Gedi. ali Deus entregou Saul nas mãos de Davi, porém Davi não o matou nem deixou que o matasse, mas apenas cortou a orla do manto de Saul, para provar-lhe que nada tinha contra Saul e nada tinha feito para que ele o odiasse daquela maneira. Mas sabemos que Saul acostumado a ser rei, e aos privilégios de que dispunha como rei,  não queria deixar o poder por nada. Davi considerava Saul como sendo ungido do Senhor, somente o Senhor poderia tocar em sua vida.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A mais longa lista de pecados da Bíblia está relacionada à homossexualidade

No link abaixo poderemos verificar o artigo postado pelo Pr. Marcelo Oliveira.
É claro que corremos o risco de sermos perseguidos por apoiar um artigo deste nível.
Mas a VERDADE SEJA DITA!

==>    DAVAR ELOHIN
http://www.davarelohim.com.br/a-mais-longa-lista-de-pecados-da-biblia-esta-relacionada-a-homossexualidade/

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

CONSEQUÊNCIAS DO PECADO NA VIDA DO HOMEM DE DEUS

CONSEQUENCIA DO PECADO!?

O PECADO TRÁZ CONSEQUENCIAS INIMAGINÁVEIS, MESMO QUE O PECADOR VENHA A ARREPENDER-SE.
TODO ERRO TERÁ A SUA PENA, O SEU PREÇO, MESMO QUE HAJA ARREPENDIMENTO.

TOMEI COMO EXEMPLO BIBLICO, PARA EXPOR ESTA ANÁLISE BIBLICA A VIDA DE DAVI.
UM MENINO QUE DURANTE SUA JUVENTUDE DEDICOU-SE EM SIMPLICIDADE DE VIDA A LOUVAR AO SENHOR DEUS DE ISRAEL COM A SUA HARPA.
MAS QUE JÁ EM FASE ADULTA, COMO REI DE ISRAEL COMEÇOU A COMETER ERROS, OU DIGA-SE DE PASSAGEM, PECADOS QUE AOS OLHOS DO HOMEM PARECIAM NÃO TER GRANDE IMPORTÂNCIA, MAS COMO VEREMOS TIVERAM GRANDE INFLUÊNCIA NÃO SOMENTE NO MEIO FAMILIAR, MAS TAMBÉM NO REINADO DE DAVI..
MESMO QUE, DEUS DISSE, SER DAVI O HOMEM SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS.
MAS ISTO TUDO ACONTECE PARA QUE HOMEM ALGUM POSSA SE SENTIR IMUNE AO PECADO, SENDO UM SERVO DO SENHOR. TODO HOMEM PECA, MAS O ARREPENDIMENTO SINCERO TRÁZ NOVAMENTE A CONVIVÊNCIA E A COMUNHÃO COM DEUS. PORÉM DEVEMOS SABER QUE QUALQUER PECADO COMETIDO, MESMO HAVENDO ARREPENDIMENTO, TRARÁ ALGUMA CONSEQUENCIA NA VIDA DO PECADOR, E ATÉ MESMO NA VIDA DE SUA FAMILIA, DAQUELES QUE ESTÃO À SUA VOLTA, OU DE ALGUMA FORMA ESTÃO LIGADOS À SUA VIDA AFETIVA.
POR ISTO HOJE VEMOS FAMILIAS SENDO DESTRUÍDAS, DE FORMA QUE, MUITAS VEZES FICAMOS PASMADOS, AO CONTEMPLARMOS FAMILIAS CRISTÃS EVANGÉLICAS PASSANDO POR GRANDES RUPTURAS DE LAÇOS FAMILIARES, TRANSTORNOS EMOCIONAIS E ATÉ MORAIS. DAÍ ENTÃO PARECE QUE DESENCADEIA UMA SÉRIE DE ACONTECIMENTOS IMPETUOSAMENTE, E QUE PARECE QUE TUDO DESABA SOBRE TAL FAMILIA, DE ÍMPETO O INIMIGO DE NOSSAS ALMAS APROVEITA TUDO ISTO E LANÇA MÃO, NÃO SÓ DO PECADOR, MAS TAMBÉM DE SUA FAMILIA. MESMO QUE ELE NÃO DESTRUA COMPLETAMENTE UMA FAMILIA, MAS DEIXA CICATRIZES E MARCAS DE UMA DURA BATALHA NA MENTE E CORAÇÃO DOS QUE SÃO AGREDIDOS ESPIRITUALMENTE PELO SEU ADVERSÁRIO.
HÁ NA BIBLIA EXEMPLOS DIVERSOS DE CRISES NO MEIO FAMILIAR DOS SERVOS DE DEUS, E QUE SEGUNDO PODEMOS OBSERVAR SEMPRE TEM O DEDO DO INIMIGO DA OBRA DE DEUS. CLARO QUE O HOMEM OU A MULHER TÊM GRANDE PARCELA DE CULPA POR TAIS CRISES.
PRIMEIRO PORQUE O HOMEM POR UM MOMENTO DEIXA DE BUSCAR O CONSELHO DE DEUS, E SEGUE OS SEUS INSTINTOS NATURAIS (CARNAIS).
HOJE EM DIA MUITAS PESSOAS SE APEGAM NO FATO DE QUE DEUS PERDOOU DAVI, E NISTO SE ATÉM EM VIVER DE FORMA DISSOLUTA, SEMPRE PECANDO E SEMPRE SE ARREPENDENDO. ORA, POIS UMA VEZ, ARREPENDIDO DO PECADO, NÃO SE PODE MAIS COMETER TAL PECADO NOVAMENTE, E ESPERAR QUE SEJA PERDOADO. PORÉM HÁ UMA CONSEQUENCIA DO PECADO. ALGUMA DISTORÇÃO NA VIDA VAI OCORRER A PARTIR DO MOMENTO DE QUE AQUELE QUE ENTREGOU O SEU CORAÇÃO AO SENHOR, FAZENDO ENTÃO UMA ALIANÇA COM ELE, PASSA A ROMPER ESTA ALIANÇA. TERÁ TRANSTORNOS DIVERSOS.
VEJAMOS DAVI. MUITOS QUE PREGAM SOBRE DAVI, E LEMBRAM QUE DAVI COMETEU UM ADULTÉRIO E UM HOMICÍDO, POR CAUSA DE BATSEBA, MULHER DE URIAS. PORÉM NÃO VERIFICAM QUE ANTES DISTO DAVI JÁ HAVIA COMETIDO UM ADULTÉRIO, SEGUNDO A LEI DE MOISÉS.
VAMOS LER GÊNESIS CAP. 2 VS.23,24
E DISSE ADÃO. ESTA É OSSO DOS MEUS OSSOS E CARNE DA MINHA CARNE ESTA SERÁ CHAMADA VAROA, PORQUANTO DO VARÃO FOI TOMADA.
PORTANTO, DEIXARÁ O VARÃO, O SEU PAI E SUA MÃE E APEGAR-SE-Á A SUA MULHER E SERÃO ENTÃO UMA SÓ CARNE.
NÃO PODEMOS ESQUECER QUE PAULO USOU ESTE VERSÍCULO EM EFÉSIOS 5:31. ISTO PARA ADVERTIR OS EFÉSIOS SOBRE OS DEVERES DOMÉSTICOS.
E POR ISTO É QUE TOMO DAVI COMO EXEMPLO NESTA ANÁLISE.
ONDE DAVI ERROU?
JÁ NO INÍCIO DE SEU REINADO. BEM ANTES DE CONHECER BATSEBA. FOI QUANDO ELE FOI ACLAMADO REI EM HEBROM.

II SAMUEL CAP 3: E disse Davi: Bem, eu farei contigo acordo, porém uma coisa te peço: não verás a minha face, se primeiro não me trouxeres a Mical, filha de Saul, quando vieres ver a minha face.

14 Também enviou Davi mensageiros a Is-Bosete, filho de Saul, dizendo: Dá-me minha mulher Mical, que eu desposei por cem prepúcios de filisteus.
15 E enviou Is-Bosete, e tirou-a de seu marido, a Paltiel, filho de Laís.
16 E ia com ela seu marido, caminhando, e chorando atrás dela, até Baurim. Então lhe disse Abner: Vai-te, agora volta. E ele voltou.

DAVI APENAS DESPOSOU A FILHA DE SAUL, MAS NÃO A TOMOU POR MULHER, PORQUE ELA FOI DADA A OUTRO HOMEM. DAVI ERROU NESTE NEGÓCIO, SABENDO QUE MICAL JÁ ERA DE OUTRO HOMEM.

NÃO SABEMOS SE REALMENTE DAVI CONVIVEU MARITALMENTE COM MICAL, SE ISTO ACONTECEU, DAVI ERROU, POIS TOMOU A MULHER DE OUTRO HOMEM.
ISTO TAMBÉM TEVE SUA CONSEQUENCIA, MAS DEUS PRECISAVA USAR DAVI PARA MOSTRAR AO POVO DE ISRAEL, QUE O SENHOR É O ÚNICO REI DE ISRAEL QUE SEMPRE ESTARÁ COM O SEU POVO. O HOMEM SEMPRE FALHOU E SEMPRE FALHARÁ.
VEREMOS ISTO NO CAP 6 II SAMUEL; -
16 E sucedeu que, entrando a arca do SENHOR na cidade de Davi, Mical, a filha de Saul, estava olhando pela janela; e, vendo ao rei Davi, que ia bailando e saltando diante do SENHOR, o desprezou no seu coração.
...
E, voltando Davi para abençoar a sua casa, Mical, a filha de Saul, saiu a encontrar-se com Davi, e disse: Quão honrado foi o rei de Israel, descobrindo-se hoje aos olhos das servas de seus servos, como sem pejo se descobre qualquer dos vadios.
21 Disse, porém, Davi a Mical: Perante o SENHOR, que me escolheu preferindo-me a teu pai, e a toda a sua casa, mandando-me que fosse soberano sobre o povo do SENHOR, sobre Israel, perante o SENHOR tenho me alegrado.

22 E ainda mais do que isto me envilecerei, e me humilharei aos meus olhos; mas das servas, de quem falaste, delas serei honrado.
23 E Mical, a filha de Saul, não teve filhos, até o dia da sua morte.

ASSIM MICAL PERMANECEU SEPARADA DO CONVÌVIO DE DAVI. ASSIM DEUS NÃO PERMITIU QUE VIESSE CAIR A DESGRAÇA NA CASA DE DAVI POR CAUSA DISTO. MICAL CERTAMENTE ESTAVA FELIZ COM O SEU MARIDO, NÃO PRETENDIA CERTAMENTE RETORNAR A DAVI. NA VERDADE MICAL FÔRA UMA MOEDA DE TROCA QUE SAUL USOU PARA TENTAR VER SEU OPONENTE MORTO, E NÃO DEU CERTO. POR ISTO DAVI ACHAVA-SE NO DIREITO DE RETOMAR AQUILO QUE ELE JULGAVA SER O DONO. UMA VERDADEIRA MOSTRA DE MACHISMO. NAQUELE MOMENTO MICAL NÃO ESPEROU OUTRA OPORTUNIDADE, FALOU COM DESPRESO A DAVI. MICAL ERA UMA PRINCESA, FILHA DE UM REI, ENTÃO ACHOU UM ABSURDO DAVI RECENTEMENTE ACLAMADO COMO REI, VIESSE A MISTURAR-SE COM O POVO. MICAL NÃO ENTENDIA NADA DO PRAZER DE SERVIR AO SENHOR DE ISRAEL. NISTO ELA MESMA MOSTRA A SUA FALTA DE CONHECIMENTO DA RELIGIOSIDADE DO POVO DE ISRAEL. A FORMA QUE MICAL TRATOU DAVI, FEZ COM QUE ELE TAMBÉM A DESPREZASSE, MAS DAVI NÃO A DEVOLVEU AO SEU ANTIGO MARIDO, MAS MANTEVE-A NO PALÁCIO, E JAMAIS SE SERVIU DELA. FICOU ATÉ A SUA MORTE COMO UMA PRINCESA RECLUSA. PROVAVELMENTE NÃO TINHA NEM MESMO UMA VIDA SOCIAL, E SE SAÍA FORA DO PALÁCIO CERTAMENTE ERA SEGUIDA POR GUARDAS DE SEGURANÇA.
Por outro lado podemos vislumbrar alguma providência divina. Pois segundo o que nos mostra a biblia, Saul pai de Mical, foi rejeitado por deus e nenhuma decedência de saul teria direito ao trono de Israel, por isto é que Mical ficou reclusa e não teve filhos de Davi.
DIVERSAS AÇÕES DE DAVI E DEMONSTRAM TER SIDO ELE UM HOMEM FALHO, UM PAI OMISSO, COMO REI E COMO CONHECEDOR DA LEI DE DEUS. AÇÕES OU OMISSÕES QUE VIERAM A PROPORCIONAR ALGUNS TRANSTORNOS NO REINADO DE DAVI E TAMBÉM NA SUA FAMILIA.

CONTINUA..... PARTE II

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A BIBLIA E A SUA INFLUÊNCIA PODEROSA




A BIBLIA E A SUA INFLUÊNCIA PODEROSA


( As cortinas se abrem, e logo aparece, em um canto do cenário uma moça com vestes compridas e uma faixa, onde se lê: “A BIBLIA”, e ainda com uma Bíblia em suas mãos.. à sua frente, e juntas, aparecem quatro moças com vestes compridas também e com faixas com suas respectivas inscrições. Elas representam-se em sua ordem: a nação, a escola, o lar e a igreja, logo se ouve então...)

A NAÇÃO: - Vedes este livro? É a Bíblia. O livro mais maravilhoso, mais útil, mais conhecido. Eu represento a Nação e tenho uma palavra de agradecimento à Bíblia, porque este livro tem exercido salutar e benéfica influência em minha vida e em minha História. Tenho muitos inimigos, todos eles hipócritas, que pretendem fazer-me bem, quando somente males me causam; seus nomes vós conheceis, pois que vos perseguem também. São eles, o maldito licor, a prostituição, os jogos de azar e outros mais; mas conto entre meus melhores amigos a Bíblia; porque ela é uma conselheira insuperável. Aponta-me um caminho digno a seguir e me apresenta uma base firme, sobre a qual eu possa levantar o edifício de minha história. Diz-me que a justiça me engrandece mais do que o pecado me afronta. E assim é. Eu vejo em minhas irmãs as demais nações. Os estados Unidos é uma nação grande e próspera porque seus alicerces estão na Bíblia. Como eu quero se grande também, vou incentivar a circulação da Bíblia, estimular sua leitura e vou reger minha vida segundo seus princípios. E por vós, que tem feito este Livro.

A ESCOLA: sim, eu represento a Escola. Por mim passam todas as gerações, os futuros cidadãos e pais de família. Graças à influência deste Livro, as escolas públicas tiveram sua origem na Alemanha no século XVI. A Bíblia contém o mais alto e enobrecedor ensinamento. Ela me ajuda a forjar o bom caráter na juventude; também é para mim uma muralha de defesa contra os ensinos do ceticismo, do materialismo e do racionalismo. Nela aprendi que o princípio da sabedoria é o temor a Deus.

O LAR – Pois, amigas minhas, eu sou o Lar e não posso ficar atrás. Tenho também como vós, uma palavra. Os lares constituem a armação óssea no organismo de toda nação. Devo muito a este Livro. O bem que em mim existe, ele é que mo tem proporcionado. Leio suas páginas benditas diariamente,. Minha vida moral está muito ameaçada, mas neste Livro encontro força e refrigério. Os melhores lares são aqueles que não se apartam de suas sábias instruções. “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.”

A IGREJA: Chegou a minha vez. Eu sou a Igreja, e, talvez, mais que vós, tenho que agradecer à Bíblia, porque em grande devo a Ela a minha existência. Desempenho uma missão divina no mundo, eu sou a luz inextinguível de Deus na terra, mas devo todas as minhas vitórias a este Livro. Quando me oriento estritamente por ele a vitória me sorri; quando, como em alguns períodos tristes de minha História, me desvio de seus ensinos, o fracasso me abate. Toda a minha seiva, a tiro dali. Ela é para mim um manancial de vida e espada invencível do Espírito. Eu a guardo em meu seio como herança mais preciosa e o mais rico tesouro. Com ela irei sempre, de luta em luta até a consumação dos séculos.

A BÍBLIA: Tenho-vos escutado com a máxima atenção e com apurado interesse. Agradeço vossas palavras. Mas desejo vos dizer que toda essa grandeza, essa influência e esse poder não são meus. Cevo-os a Cristo, o Filho de Deus, porque é Ele o centro de minha mensagem, o coração que me dá vida. Sem ele eu seria um livro como outro qualquer. Minha missão é proclamar Seu Nome. Meu objetivo, manifestar sua glória. Minha ambição, que todos os homens cheguem a conhecê-lo como seu Salvador.
Sim, e como o tendes conhecido. Eu sou a Bíblia, eu abro as minhas páginas de ouro aos que me buscam. Para todos tenho uma mensagem de amor. Se tiveres tristes, em mim achareis alegria, se estiveres sedentos, eu dou a água da vida, se estiveres famintos, eu vos regalo com pão substancioso.
Eu venho de um lugar: o céu: vivo em um mundo; a terra; proclamo uma mensagem: o evangelho: apelo a um ser: o homem: glorifico o meu autor: Deus. O segredo de minha grandeza, o centro de minhas palavras e o selo de minha vitória, é Jesus.
Eu sou a luz: quero guiar-vos, eu sou a verdade, quero instruir-vos: eu sou a vida, quero salvar-vos.
Eu sou a varta do viajante, a estrela do navegante, a espada do soldado e a arma invencível do cristão.
Lede minhas palavras, pregai minhas mensagens, amai meus ensinos, obedecei aos meus mandamentos e vivei meus preceitos.
Minhas vitórias e tudo mais deponho humildemente aos pés de Jesus Cristo.

A vida nos tempos de Jesus

COMO ERA A VIDA NOS TEMPOS DE JESUS? Este dois excelentes vídeos, muito bem explicado pelo autor, nos dá a entender como viviam os judeus...