terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

O explendor de um reino parte 5

Logo Davi organiza a sua corte à maneira egípcia e Cananéia. Usando a severidade na administração, tudo fazia em função para agradar à de Deus (Jeová).
Também, devolveu as terras da família de Saul, para Mefibosete, filho de Jônatas, neto de Saul, para cumprir seu juramento com Jônatas, com isso beneficiando também o velho servo de Saul, Ziba e seus quinze filhos e vinte servos. Mefibosete era coxo, e com isto podemos ver a pureza do coração de Davi para com os necessitados e reta justiça diante de seus súditos.

Foi feita uma contagem do povo de Israel, porém esta contagem não foi concluída, pois Deus ficou indignado pela atitude do monarca, em contar o povo. Mas ao menos o número dos exércitos que Davi teve foi passado detalhadamente. Havia em Israel 800 mil homens de guerra e em Judá 500 mil. Ou seja um exército de 1 milhão e 300 mil homens.
E ainda somente para fazerem os serviços ligados ao reino eram no total de 288 mil pessoas. Conforme consta em I Crônicas 27- O povo que trabalhava para o rei Davi eram 24 mil em cada turma. Cada turma trabalhava no seu mês. O reino de Davi era muito bem organizado, sendo distribuído para cada função ou necessidade do reino um chefe para cada turma, em suas funções. No pequeno esquema a seguir poderemos ter uma ampla idéia de como era administrado o reino.

- Azmavete- cuidava dos tesouros do rei, Tesoureiro
- Jònatas- filho de Uzias- cuidada dos tesouros da terra, das cidades e aldeias (Finanças)
- Ezri- cuidava das lavouras- Uma espécie de secretário da agricultura
- Simei- cuidava dos campos de vinha- Outro secretário da agricultura
- Baal Hanã- cuidava dos Olivais e figueiras – Outro secretário de agricultura
- Zabdi- cuidava da produção e venda de vinho- Secretário da industria e comércio
- Joás – cuidava da produção e comércio do azeite- outro secretário da industria e comércio
- Sitrai – cuidava do gado em Saron- secretário da pecuária
- Safate- cuidava do gado nos vales- secretário da pecuária
- Obil- cuidava dos camelos- Povavelmente usados para tranporte de caravanas- Secretário de transporte
- Jedéias- cuidava das jumentas- outro secretário de tranportes
- Jariz- cuidava do gado miúdo( cabras e ovelhas)

Havia ainda o conselho real- espécie de Ministros e assessores diretos do rei.
- Jônatas- tio de Davi
- Aaitofel- o qual ajuntou-se com Absalão
- Husai- Amigo íntimo de Davi
- Joiada - sacerdote
- Abiatar-
- Joabe- general dos exércitos de Israel- Espécie de Ministro das toda a força armada
- Joiel- cuidava da educação dos filhos de Davi


Davi ainda ordenou todo o ministério do sacerdócio para a casa do Senhor como mostra no Cap.25 e 26 de I Crônicas. Ainda ordenou oficiais e juízes dentre várias tribos de Israel. ( Cap. 26 vs: 29- I Crônica).

Davi estocou tesouro e material abundante para que o templo fosse construído. Vejamos a quantia de material que ele estocou.
A metodologia de pesos dos Israelitas naquele tempo tinha origem Babilônica Siríaca e Fenícia e era assim dividida.

Babilônica / Fenícia Siríaca
50 siclos = 1 mina 60 siclos = 1 mina
60 minas = 1 talento 60 minas = 1 talento

1 siclo equivalente à 14,6 gramas (Fenícios)
1 siclo equivalente à 16,34 gramas( babilônico)

Nesta época certamente era usada a medida fenícia, pois eram os maiores mercadores da época.
Portanto temos que 50 siclos ou 1 mina pesavam 730 gramas
Sendo assim 60 minas que é igual a 1 talento pesavam 43,8 kg.

O explendor de um reino parte 4

Mas agora depois de diversas vitórias de Davi, contra os inimigos de Israel, que sempre oprimiam-nos, e de todas as formas procuravam que o povo hebreu tomasse posse total da terra de Canaã, os anciães, os principais chefes do povo decidiram então depositar nas mãos de Davi a sua segurança, e a sua prosperidade. Ora Davi por um período, fez com que Israel, mantivesse uma aparente calma, foi então que aproveitando-se disso Davi encontrou tempo para aumentar o seu território, como nos mostra II Samuel, 8, depois conquistar os filisteus, fazendo-os tributários, Davi lutou contra os moabitas, fazendo-os também tributário, porém um peculiaridade foi de que Davi tomou uma parte dos moabitas e como que lançando sorte dentre eles os matou dois terços deles, e deixou um terço vivo para serem tributários.Depois derrotou Hadade-Hezer, filho de Reobe, rei de Zobá, quando este ia para o Eufrates. Durante esta batalha, Davi tomou mil e seiscentos cavaleiros e vinte mil homens a pé. Davi porém tomou uma decisão, que não parece muito acertada, porém foi de improviso, pois os israelitas não sabiam usar os carros de guerra tal como os siros, mas para evitar certamente que os soldados de Hadade-Hezer, se recuperassem e fugissem com os cavalos, mandou cortar os jarretes dos cavalos, e tomou para si e seu exército apenas cem carros, que provavelmente não eram carros de guerra mas sim de transporte. Os siros de Damasco, vieram logo em socorros de hadade-Hezer, porém foram vencidos pelo exército de Davi, e nesta batalha morreram dos siros vinte e dois mil homens. Foram então colocadas guarnições em Damasco, e assim os siros também passaram a ser tributários do rei de Israel. Diz também a história que Davi tomou os escudos de ouro que os servos de Hadade–Hezer traziam, e os levou para Jerusalém, juntamente a uma grande quantidade de bronze das cidades de Beta e Berotai. Derrotou ainda dezoito mil no vale do sol então sua fama percorreu por muitas outras terras, Toí, rei de Emat, que fazia limite com a Síria, satisfeito com a derrota de seu inimigo Adade – Hezer, e provavelmente não desejando afrontar os exércitos de Davi enviou seu filho Jorão até Davi, levando presentes, vasos de prata, ouro e de bronze. Assim Davi acumulava rapidamente uma grande riqueza, e reconquistava o território que os egípcios haviam possuído na Palestina. Apenas alguns filisteus de tempos em tempos, se opunham aos israelitas através de escaramuças (guerrilhas), procurando talvez libertarem-se de sua servidão como tributários.
Depois disto, o rei amonita, havia morrido, e seu filho Hanum, reinou em seu lugar, então Davi por ter uma dívida de gratidão ao rei, já morto, enviou mensageiros seus para consolar Hanum, porém este instigado por conselheiros militares, rejeitou a comitiva enviada por Davi, e tomando os servos de Davi, os ultrajou, raspando-lhes a metade da barba, pois os tinha tomado por espias. Ainda Hanum, fizeram um contrato de mercenários Siros, e formou um exército de quatorze mil homens. Então Davi enviou Joabe com todo o exército, em batalha contra os amonitas e os siros mercenários. Joabe sabendo que teria que lutar praticamente com duas frentes de batalhas, dividiu o exército em dois, dando o comendo do segundo à Abisai seu irmão. Joabe então atacou os siros, os quais fugiram, então os amonitas vendo-se sozinhos também fugiram. Nisto Dadade- Hezer, sabendo da batalha, enviou outro exército que estavam do outro lado do rio, para ajudar os amonitas e os siros. Davi sabendo do acontecido ajuntou todo os homens de Israel, e passou o Jordão e chegando em Helã, formou-se a batalha. Porém os siros fugiram diante do exército de Davi também, e caíram dentre os siros setecentos homens de carros e quarenta mil cavaleiros, morrendo também ali o general do exército sírio, Sobaque. Assim os sírios ficaram temerosos do exército de Israel, e lhes propôs a paz, e não mais ajudaram os amonitas.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

O explendor de um reino parte 3

Davi - Início de uma prosperidade

Davi foi aclamado rei na cidade de Hebrom sobre Judá. Porém Isbosete, foi feito rei sobre Israel por Abner, o general do exército de Saul. Sete anos e seis meses Davi reinou em Hebrom sobre Judá. A guerra civil entre Davi e Isbosete foi inevitável, guerra que se agravou com vinganças pessoais, em que Abner foi morto por Joabe. Após este episódio, o exército de Israel enfraqueceu, e dois servos de Saul, mataram Isbosete, traindo-o, enquanto o mesmo dormia em sua cama. Levaram a sua cabeça até Davi, pensando que estariam fazendo um grande favor à Davi. Pelo que Davi, indignado mandou justiça-los, com a pena de morte. Foi então quando todas as tribos de Israel, vieram e proclamaram Davi, rei sobre todo o Israel, pois não ficariam sem um líder, sobre tudo um líder militar.. Davi estava com trinta anos quando começou a reinar, e reinou sobre Israel quarenta anos, sete em Hebrom e trinta e três anos em Jerusalém. Morreu com setenta anos.
Davi investiu contra Sião, (Jerusalém), lutando contra os jebuseus, e a tomou, e fez dela sua cidade, a cidade de Davi, e a edificou, reformou e construiu fortalezas ao seu redor desde Milo até o seu interior. Uma particularidade, é que Davi usou de um estratagema para conquistar Sião, sem ter que destruí-la. Pois os jebuseus haviam aberto um canal que transportava água desde o que se conhece por tanque de Siloé para dentro da cidade. Então Joabe juntamente com poucos soldados, entraram na fortaleza, e por este ato de bravura foi então conclamado Capitão do exército de Israel.
Logo Davi fez aliança com o rei de tiro, Hirão, e este enviou mensageiros até Davi, enviando-lhe também madeira e carpinteiros que lhe construíram um palácio. Davi tomou mais mulheres e concubinas em Jerusalém. Assim lhes nasceram mais filhos e filhas. Sendo estes os seus nomes: Samua, Sobabe, Natã, Salomão, Ibar, Elisua, Nefegur, Jafia, Elisama, Eliada e Elifelete, todos príncipes..
Enquanto que em Hebrom, lhes nasceram os filhos. Amnom filho de Ainoã , este é o primogênito.
O segundo Quileabe, filho de Abgail , e o terceiro Absalão, filho de Maaca filha de Talmai rei de Gesur. O quarto, Adonias, filho de Hágite, o quinto Sefatias, filho de Abital, o sexto Itreão, filho de Eglá Ainda lhe nasceu uma filha por nome de Tamar, filha de Maaca.
Aparece somente nas escrituras os nomes dos filhos, pois eram sempre considerado entre os povos a importância da lihagem masculina. Tamar aparece devido o episódio ocorrido em que Amnom, comete um ultrage, além de ser incestuoso de maneira bruta tomou e forçou a jovem princesa, aborrecendo-lhe. Talvez este fato não fosse acontecer se Davi desse maior atenção para a sua casa, ou melhor na educação de seus filhos. Devido seu grande número de mulheres, estas é que estavam ocupadas em preparar cada filho seu, e como pode-se notar estas mulheres na sua maioria não se interessavam em formar ou preparar seus filhos para um futuro ser um predecessor do trono de Israel. Com certeza que Amnom já de uma boa idade adulta, vivia numa vida dissoluta, sem responsabilidades, somente usufruindo do poder de ser um filho do rei, sem responsabilidades. Este episódio descrito em II Samuel cap. 13, mostra claramente que começou uma intriga interna entre os filhos de Davi.
Logo que os filisteus, ouviram que Davi fora colocado como rei em Israel, estes declararam-lhe guerra. Podemos lembrar o episódio aqui em que Davi foi recusado de lutar contra o rei Saul junto a fonte em Jizreel. Os príncipes dos filisteu de certa forma tinham razão em não confiar em Davi, pois ele mesmo estando ali com os filisteus poderia muito bem repentinamente virar-se contra eles. Enquanto Davi esteve um ano e quatro meses, com Aquis, rei dos filisteus, Davi se mostrou submisso, porém manteve sua posição de líder, pois liderara com seus homens algumas incursões contra os amalequitas, os girzitas e gerusitas. E Davi não deixava vivo nem homem nem mulher, e tomava seus rebanhos de ovelhas, vacas e jumentos, camelos, vestidos. E quando Davi voltava para Gate, dava conta de suas incursões ao rei Aquis.
Agora Davi não fugia mais de Saul, agora como Rei lutaria contra os Filisteus. Davi venceu os filisteus dominando desde Geba até Gezer.
Como nos mostra no cap. 6 II Crônica, Davi ajuntou os escolhidos de Israel, em número de trinta mil para levarem a arca do concerto que estava na casa de Abinadabe em Giboá.Este grande movimento indica o grande prestígio que Davi tinha dentre o povo de Israel, e isto fez ele para que as tribos ficassem unidas, e não desunidas como estavam ainda no tempo de Saul. Pois durante o reinado de Saul, nem todos os Israelitas, consentiram em serem vassalos de um rei, como por exemplo os rubenitas e os levitas.

O explendor de um reino parte 2

Depois de vitórias, o triste fim de Saul


Davi que era o filho menor de Jessé, um criador de ovelhas que morava nos campos de Belém.
Neste tempo Saul ainda era o rei de Israel, porém vamos expressar aqui que o reino de Israel ainda consistia nas diversas tribos espalhadas pela terra de Canaã, que conquistaram. Muitos de que foram conquistados, procuravam uma revanche, e constantemente faziam incursões militares na tentativa de destruir o povo hebreu. Ali os hebreus eram invasores diante dos olhos dos amorreus, jebuseus amonitatas, e outros. Neste tempo os Filisteus faziam a maior afronta contra o povo de Israel. E Saul se via envolto em um grande problema militar, que não teve tempo algum de administrar o reino de forma a progredi-lo. Como vemos escrito em I Samuel; 15:47- Então tomou Saul o reino sobre Israel, e pelejou contra todos os seus inimigos em redor: contra Moabe, e contra os filhos de Amon, e contra Edom e contra os reis de Zobá e contra os filisteus. Nestas guerras houveram conquistas que aumentaram as possessões dos Israelitas, mas não houve progresso algum. Os filisteus eram os mais audaciosos inimigos pois detinham a arte de fabricar armas de ferro, enquanto Israel ainda usava armas da idade do bronze. Saul não possuía uma corte, e suas forças não eram suficientemente organizadas para combaterem os filisteus e seus carros numa batalha de campo.Travava um tipo de guerrilha através da qual formou uma elite de combatentes que logo se sobressaiu da massa popular que por sua vez formaria uma classe de aristocracia distanciada do povo e que de simples guarda pretoriana tornou-se pouco a pouco uma força política ativa em Israel, especialmente nas de Judá durante suas batalhas contra os amalequitas Saul conseguiu recrutar um grande número de jovens combatentes. Por isso que todas as vezes que os filisteus se aventuravam nas montanhas eram vencidos pelos Israelitas. A vitória de Macmas teve repercussão suficiente para provocar uma deserção em massa dos cananeus, oprimidos pelos filisteus e que se refugiaram nas colinas, dando chance a que Saul pudesse manter completo controle sobre estas últimas. Estes fatos não significavam em absoluto, que ele havia reunido junto de si todos os israelitas. Ainda eram numerosos os que se opunham à monarquia e entre os que compartilhavam desta maneira de pensar, Samuel não era dos menos importantes. Sua desavença com Saul, relatada com benevolência na Bíblia, é característica do estado de espírito que reinava naquela época dentro das tribos. Saul, ao envelhecer, parece ter ficado com um temperamento muito instável, tendo ciúmes dos feitos de seus oficiais, como Abner ou então Davi. Como explica a bíblia, um espírito mau da parte do senhor atormentava Saul, e Davi, o pequeno pastor de ovelhas, era chamado para tocar a sua harpa diante do rei, para acalma-lo, então quando o espírito mau saía de Saul. Nestas alturas Davi já havia sido ungido rei, por Samuel. E diante duma afronta feita pelos filisteus, que estavam abaixo das colinas, instigavam os israelitas a que descessem no vale para batalha, pois em campo aberto certamente os filisteus com seus carros e cavalos seriam mais fortes então venceriam os israelitas. Porém um homem de grande estatura, como nos mostra a bíblia, chamado Golias provocava os soldados, todos os dias para que se houvesse alguém que o enfrentasse. Até que apareceu Davi, e com sua funda, derrotou o gigante, pelo que isto criou um encorajamento aos soldados israelitas, que perseguiram os filisteus que fugiram diante deles desde Gate até as portas de Ecron. Mais tarde numa batalha, depois do episódio de Saul enciumado perseguiu Davi para lhe tirar a vida, Saul foi derrotado durante uma investida contra os filisteus. Procurando reconquistar o seu prestígio diante do povo, atacou os filisteus perto de Giboá, e tombaram mortos seus filhos, Jonatas, Abinadabe e Malquisua. Saul para não cair nas mãos dos filisteus que certamente não o matariam de vez mas sim o torturariam, decidiu então e suicidou-se lançando-se contra sua própria espada. E vendo todos os israelitas que moravam em Gilboá desampararam as cidades e fugiram, então os filisteus as tomaram e as habitaram, inclusive tomando todos os seus despojos.

O EXPLENDOR DE UM REINO parte 1

 esplendor de um Reino onde o povo semita instalaram-se ainda no período neolítico. A Palestina compõe-se de uma ampla planície costeira separada do vale do Jordão por uma longa cadeia de colinas elevadas denominadas de Efraim e, hoje montes da Judéia. Esta cadeia dirige-se para o oeste, na altura do lago de Galiléia, para formar, na costa um promontório rochoso, o Carmelo, que limita ao norte a planície de Saron. Um pequeno rio costeiro, o Guishon, delimita, ao norte, a grande planície de Esdraelom, que se estende na direção do Jordão pelo vale de Jesreel e que cinde a cadeia de colinas em duas partes, limitando, ao sul, a região da Galiléia, cuja costa era a terra dos Fenícios.
Vejamos agora as regiões delimitadoras nos tempos antigos da bíblia O alto curso do Jordão separava a terra de Aram, a leste, da Galiléia e da fenícia. O curso sinuoso do Jordão, entre o lago da Galiléia e o mar Morto(mar Salgado), estabelecia a fronteira entre a terra de Galaad, a leste, e a terra de Canaã. Mais ao sul, sempre na Transjordânia, entre os cursos do Jaboc e do Arnon, localizava-se a terra de Amon; depois, ao sul de Arnon, localizava-se a terra de Amon. Depois ao sul do Arnon e no seu curso superior, a de Moab. O sul do mar Morto era a região de edom. Entre esta última e a costa do Mediterrâneo, encontravam-se o Neguev, o Sul, e, na fronteira do deserto do Sinai, a terra dos amalequitas. A região de planície entre o Neguev e a costa meridional da Palestina era denominada Sefelá (Deut. 1:7 – jos 9:1), era fértil em vinhas e oliveiras, e o clima de suas colinas era famoso. Foi na costa que margeia o Sefelá a oeste que se estabeleceram os filisteus.
Neste local, a costa curva-se suavemente para orientar-se na direção leste-oeste e limitar, ao norte a península do Sinai, antes de desembocar no delta do Nilo. Nenhum obstáculo natural interrompe a estepe costeira, que formava um caminho acessível ligando o Egito à terra de Canaã. A Palestina, limitada à oeste pela imensidão do Mediterrâneo e a leste pelos altos planaltos áridos do deserto Sírio - árábico, formava, portanto uma espécie de corredor aberto nas duas extremidades e orientada na direção norte-sul. nele, penetrava-se facilmente, ao norte, por outro corredor formado pelos altos vales de Oronto (indo em direção norte) e do El-Litani(correndo para o sul) entre os montes Líbano e do antilíbano; ou então, pela planície que acompanha a leste, o antilíbano e o maciço de Hermon, passando por Damasco. Por outro lado, os planaltos e cumes elevados, como o Golan, dominando o leste do vale do Jordão, permitiam a eventuais invasores terem pontos de apoio sólidos e estrategicamente colocados. Uma terra desprotegida, com bem poucas defesas naturais. Situada no caminho das caravanas, na intersecção das grandes vias de comunicação ligando o norte (atual Turquia) ao sul (Egito), e, a leste e nordeste (Mesopotâmia e alto Eufrates), A terra de Canaã estava localizada de forma ideal para tornar-se a encruzilhada dos povos e um cadinho em que podiam desenvolver-se civilizações bem heterogêneas.



Conhecemos a história do povo hebreu, que depois de ter sido escravizado no Egito durante 450 anos saíram com destino a uma terra, prometida, terra que manava leite e mel. Depois de ter vivido 450 anos em uma estrangeira, debaixo de uma escravidão, sem ter uma esperança de viver livre em uma terra que fosse deles próprios. Ora, a terra que lhes pertencia era exatamente a terra de Canaã, a terra onde Abraão, Isaac e Jacó viveram. Sabemos da história de que Jacó desceu ao Egito, para que sua família, cerca de 70 pessoas, pudesse sobreviver.
( Jacó, filho de Isaque, neto de Abraão, tetraneto de Tera; que por sua vez era filho de Naor, neto de Serugue, tetraneto de Reú; que por sua vez era filho de Pelegue, neto de Éber, tetraneto de Salá; que por sua vez era filho de Arfaxade, neto de Sem, tetraneto de Noé; que por sua vez era filho de Lameque, neto de Metusalém, tetraneto de Enoque; que por sua vez era filho de Jarede, neto de Maalael, tetraneto de Cainá; que por sua vez era filho de Enos, neto de Sete e tetraneto de Adão!)
Pois na terra onde viviam houve grande fome durante 7 anos, mas no Egito havia trigo em abundância, fato este que envolvia também a família de Jacó, pois José seu filho, que havia sido vendido como escravo no Egito, agora era o governador da terra do Egito. Uma providência divina, para a continuidade das promessas feitas a Abraão. Uma promessa que passa centenas de anos, mas que se cumpre fielmente.
Então através de Moisés o povo cativo no Egito, foi tirado da escravidão, depois de tantas pragas enviadas por Deus, contra o reino de Faraó. Assim os hebreus, seguiram após passar o mar vermelho, diretamente para a terra de Canaã, porém, devido as suas murmurações, foram levados por Deus, à caminharem pelo deserto durante 40 anos, até que acabasse aquela geração de murmuradores. Logo então a segunda geração entrou e possuiu a terra da promessa.
(O território de Israel, como nação, só surgiu na Palestina, ou melhor, em Canaã, após o ano 1300 a.C. (lembrando que, em se tratando de a.C., conta-se de forma decrescente). Antes disso, Canaã era "terra de ninguém". Os egípcios invadiam, os hititas invadiam, os mesopotâmios, etc)
Durante anos foi se constituindo um povo forte e muito grande. As tribos espalhadas pela terra cresceram e foi necessário que juízes, tomassem a liderança daquele grande povo, tão logo que Josué morreu.
Muitos Juízes se levantaram, com a finalidade de organizar o povo para combaterem contra os outros habitantes da terra, que constantemente buscavam expulsar os Israelitas da terra, pois julgavam ser eles os verdadeiros possuidores da terra. Assim, como Jefté, Gideão e Sansão, nomes mais conhecidos dentre os juízes de Israel. O último juiz de Israel, foi o profeta Samuel, o qual exerceu grande importância no que podemos dizer de Movimento transitório da Nação. Os principais anciães das tribos de Israel, desejavam que Israel se tornasse uma Nação reconhecida, com certeza cansados de verem os inimigos insurgindo constantemente contra as tribos, desestabilizando a economia do povo, cansados da necessidade da convocação das tribos para formarem um grande exército e combater os inimigos, cansados de que o povo tinha que deixar suas lavouras, seu rebanho e ir à guerra. Pediram então que Samuel lhes colocasse um rei, tal como as outras nações. Então Samuel ungiu rei sobre Israel a Saul, filho de Quis, da tribo de Benjamim


De Davi à Salomão


Canaã - Palestina
Os lugares

sábado, 3 de janeiro de 2009

SINAIS DO FIM DOS TEMPOS

SERÁ QUE ESTAMOS VIVENDO OS ÚLTIMOS MINUTOS DO TEMPO? O QUE FALTA PARA CUMPRIR-SE DAS PROFECIAS BIBLICAS? TUDO O QUE JÁ ACOTECEU NO MUNDO, NÃO É O SUFICIENTE PARA ADVERTIR A HUMANIDADE? COMO A HUMANIDADE ESTÁ ENCARANDO ATUALMENTE OS ACONTECIMENTO NO MUNDO? ALGUÉM ESTÁ PREOCUPADO COM TUDO ISTO? ALGUÉM ESTÁ SE PREPARANDO PARA O TEMPO DO FIM? E QUANDO CRISTO SURGIR NAS NUVENS? PORVENTURA ACHARÁ FÉ NA TERRA? ONDE ENCONTRAR RESPOSTA PARA ESTAS PERGUNTAS? VOCÊ LEU A BIBLIA HOJE? ENTENDE O QUE LÊ? O QUE SE VÊ NOS DIAS DE HOJE? PORVENTURA NÃO SÃO SINAIS DE QUE A VOLTA DE JESUS CRISTO ESTÁ MUITO PERTO? TERREMOTOS DE GRANDE PROPORÇÃO SÃO NOTÍCIADOS HÁ MUITO TEMPO NO MUNDO, ALGUNS ATÉ COM MILHARES DE VÍTIMAS. TEMPESTADES, FURACÕES, FRIO FORA DE ÉPOCA, SECA EM LUGARES ANTES NUNCA VISTOS,CHUVAS TORRENCIAIS, ALAGAMENTOS, DESTRUIÇÃO, MAREMOTOS, GUERRAS E MAIS GUERRAS, FOME, PESTE, DOENÇAS INCURÁVEIS, EPIDEMIAS, ENFERMIDADES DESCONHECIDAS, AUMENTO DA CRIMINALIDADE, PARRICÍDIOS, MATRICÍDIOS, ETC... SÃO TANTAS COISAS QUE PARECE QUE SOMOS TÃO PESSIMISTAS, MAS TEMOS QUE ACORDARMOS PARA A REALIDADE. NÃO PODEMOS FUGIR DE TUDO ISTO, MAS PODEMOS ENCONTRAR REFÚGIO PARA NOSSA ALMA AFLITA, NO NOME DO SENHOR JESUS. SIM O REI DOS REIS, QUE EM BREVE HÁ DE VOLTAR, PARA LEVAR A SUA IGREJA AMADA. A ESPERANÇA DOS FIÉIS, É ESSA: EM BREVE HAVEREMOS DE CONTEMPLAR NAS NUVENS O SINAL DA VINDA DO FILHO DE DEUS. NESTA TERRA SÓ HÁ TRISTEZA E DOR, MAS NÓS AGUARDAMOS UM NOVO CÉU E UMA NOVA TERRA, ONDE HABITA A JUSTIÇA. ALI NÃO HAVERÁ MAIS DOR, NEM PRANTO, JAMAIS HAVERÁ ENFERMIDADES E JAMAIS LEMBRAREMOS DAS TRISTEZAS DESTA TERRA. HAVEREMOS DE ENTRAR NA CIDADE SANTA PELAS PORTAS E VIVER COM JESUS ETERNAMENTE. ESTA É A PACIENCIA E ESPERANÇA DOS SANTOS.

ESTAMOS NO FIM DOS TEMPOS?

ABAIXO ESTÃO ADICIONADOS ALGUNS VIDEOS DO YOUTUBE. PARA QUE SEJA FEITA UMA REFLEXÃO. O ESPAÇO AQUI É MUITO PEQUENO, PARA QUE SE POSSA POSTAR TANTA MATÉRIA E ARTIGOS EXISTENTES NA WEB. OS SINAIS DOS TEMPOS ESTÃO SE CUMPRINDO BEM DIANTE DE NOSSOS OLHOS. GUERRA, FOME, PESTE, PERSEGUIÇÃO, TERREMOTOS, INUNDAÇÕES, AUMENTO DA CRIMINALIDADE, MULTIPLICAÇÃO DA CIÊNCIA, ETC... A VOLTA DO SENHOR JESUS ESTÁ MAIS PRÓXIMA DO QUE IMAGINAMOS. MARANATA: ( ORA VEM SENHOR JESUS ).

A vida nos tempos de Jesus

COMO ERA A VIDA NOS TEMPOS DE JESUS? Este dois excelentes vídeos, muito bem explicado pelo autor, nos dá a entender como viviam os judeus...